Bitcoin despenca pela 3ª vez seguida! 📉 Temores em IA e turbulência global pressionam criptomoeda. Binance registra queda de 1,17%. Saiba mais!
O bitcoin apresentou uma nova queda nesta quinta-feira (12), marcando a terceira sessão consecutiva de desvalorização. Apesar de ter demonstrado sinais de recuperação no início do dia, o mercado cripto segue sob pressão, refletindo uma postura cautelosa dos investidores.
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A desvalorização se intensificou ao longo da tarde, com o bitcoin registrando uma queda de 1,17%, fechando em US$ 65.638,58, conforme dados da plataforma Binance. Essa performance negativa coincide com o aumento dos temores no setor de inteligência artificial (IA), que exige investimentos significativos e impacta os mercados acionários globais.
Enquanto o ethereum registrou um aumento de 2,63%, atingindo US$ 1.992,30, o bitcoin cedeu os ganhos obtidos na manhã. A pressão vinda dos mercados acionários europeus e americanos, juntamente com a queda nos preços das commodities metálicas, contribuíram para a desvalorização da principal criptomoeda.
Os investidores estão acompanhando de perto os desdobramentos da política de juros do Federal Reserve (Fed), analisando os últimos dados econômicos dos Estados Unidos e as crescentes tensões geopolíticas. O banco Saxobank avalia o mercado de ativos digitais como “cauteloso”, indicando um momento de reajuste de posições.
Em Nova York, as ações de empresas relacionadas ao bitcoin sofreram perdas significativas. A Coinbase registrou uma queda de cerca de 8%, enquanto a Strategy cedeu 4%. O Charles Schwab alertou sobre a Strategy, que possui uma perda não realizada de US$ 17,4 bilhões em suas holdings de bitcoin, ressaltando o risco de liquidações em caso de novas quedas de preço.
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A situação em El Salvador também se tornou mais volátil, com instabilidade nos mercados de dívida do país, em linha com a desvalorização do bitcoin. O presidente Nayib Bukele continua adquirindo bitcoin para as reservas nacionais, mesmo após a recente queda da criptomoeda, o que complica as negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para um empréstimo de US$ 1,4 bilhão.
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