Bitcoin em Queda Livre! Especialista Revela Fatores Críticos. O preço despencou para US$ 60 mil! 📉 Matthew Sigel alerta: alavancagem em queda, saída de mineradores, incerteza em IA e ameaças da computação quântica pressionam o Bitcoin. ⚠️ Descubra a análise completa e as oportunidades para investidores! 🚀
O bitcoin enfrentou uma semana turbulenta, com o preço caindo para cerca de US$ 60 mil, um patamar não alcançado desde agosto de 2025. Diferentemente de quedas anteriores, que frequentemente eram desencadeadas por eventos isolados, a recente desvalorização foi impulsionada por uma combinação de fatores que se intensificaram simultaneamente.
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Segundo Matthew Sigel, chefe de pesquisa em ativos digitais da gestora VanEck, o mercado está sendo pressionado por diversas direções, incluindo a redução da alavancagem, a saída de mineradores, a incerteza em torno da inteligência artificial, preocupações com a governança e o temor em relação à computação quântica.
A desvalorização do bitcoin não foi causada por um evento catastrófico único. Isso dificulta a identificação de um ponto de inflexão, mas também pode criar uma base mais limpa para uma possível recuperação. A principal mudança observada no mercado foi a redução drástica da alavancagem.
O open interest dos contratos futuros de bitcoin diminuiu significativamente, passando de aproximadamente US$ 61 bilhões para cerca de US$ 49 bilhões em apenas uma semana, uma retração superior a 20%, segundo dados da Coinglass. Esse indicador reflete a redução do risco assumido pelos investidores, que estão diminuindo sua exposição ao ativo.
Outro fator relevante é o enfraquecimento da narrativa de inteligência artificial. Investidores questionam se empresas como OpenAI e grandes provedores de nuvem conseguirão monetizar os bilhões investidos em infraestrutura. Isso afetou diretamente mineradores de bitcoin que haviam apostado em migrar parte de suas operações para IA e computação de alto desempenho.
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Com o financiamento mais caro e o preço do bitcoin em queda, muitas foram forçadas a vender reservas para levantar caixa. “Com o aperto das condições financeiras junto da fraqueza do bitcoin, os mineradores enfrentaram mais pressão para vender BTC e reforçar seus balanços, adicionando oferta em um momento frágil do mercado”, afirmou Sigel.
Além disso, surgiram novas preocupações em relação à governança. O projeto World Liberty Finance, ligado à família Trump, reacendeu debates sobre governança após a venda de uma fatia relevante para investidores associados aos Emirados Árabes.
Um relatório do Wall Street Journal apontou que quase metade do projeto foi vendida por cerca de US$ 500 milhões a um membro da família real de Abu Dhabi no início de 2025. Para Sigel, episódios assim aumentam a percepção de risco institucional. “Ironicamente, são exatamente esses tipos de questões que a Clarity Act tenta resolver ao padronizar divulgação e relatórios, reduzindo incertezas e melhorando a confiança do mercado”, disse.
Por fim, a própria dinâmica histórica do bitcoin, que se repete em ciclos de quatro anos, também influencia o mercado. O halving, que reduz a emissão de novas moedas, costuma impulsionar preços e, depois, abre espaço para realização de lucros e correções. “O ciclo de quatro anos continua sendo uma referência importante para a psicologia dos investidores”, afirmou Sigel.
Apesar do cenário negativo, o especialista vê oportunidade. “A profundidade da correção e o reset da alavancagem tornaram o nível atual cada vez mais atraente para montar posições com visão de um a dois anos”, escreveu. “Eu estou comprando bitcoin à vista hoje.”
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