Bitcoin e Ether lideram onda de liquidações de US$ 454 milhões em criptomoedas

Bitcoin e ether lideram onda de liquidações no mercado de criptomoedas. Futuros perdem US$ 454 milhões, marcando interrupção de valorização em 2026

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(Imagem de reprodução da internet).

O mercado de criptomoedas experimentou nesta quinta-feira, 8, uma significativa onda de liquidações, marcando a primeira grande movimentação desse tipo no ano. O segmento de futuros no universo cripto sofreu perdas de mais de US$ 400 milhões, interrompendo um período de valorização iniciado nos primeiros dias de 2026.

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Dados da plataforma CoinGlass revelaram que, em um período de 24 horas, o mercado registrou liquidações somando US$ 454 milhões.

Detalhes das Liquidações

Das liquidações totais, US$ 380 milhões foram atribuídas a contratos de tipo “long”, que antecipavam a valorização dos ativos. Contratos de tipo “short”, que projetavam desvalorização, registraram liquidações de US$ 75 milhões. Essas liquidações ocorrem após movimentos de preço acentuados e repentinos, tornando a manutenção dos contratos futuros inviável para os investidores.

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Impacto e Concentração das Liquidações

As perdas se concentraram nas últimas 12 horas, com o pico das liquidações ocorrendo principalmente na madrugada de quinta-feira. Um total de 132 mil investidores foram afetados, com a maior liquidação individual atingindo US$ 2,99 milhões.

Desempenho por Ativos

O bitcoin liderou as liquidações, com perdas de US$ 140 milhões em seus contratos de futuros. O ether seguiu com liquidações de US$ 106 milhões. Historicamente, essas criptomoedas se destacam em eventos de liquidação no setor.

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Fatores Atuantes no Mercado

Especialistas apontam que a onda de liquidações começou com a interrupção do movimento de alta do bitcoin nos últimos dias. O ativo chegou a cair abaixo de US$ 90 mil, gerando preocupação entre os investidores e levando ao encerramento de contratos devido à rápida variação de preço.

Atualmente, o bitcoin opera próximo a US$ 91 mil.

A retomada da aversão a riscos entre investidores e saques em ETFs do ativo também contribuíram para a situação. Analistas preveem que, sem uma mudança no cenário, o setor não deverá apresentar altas expressivas no curto prazo.

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