Bengô Açaí: Da Franquia Local ao Sucesso Nacional em 2026!
Bengô Açaí: Da pequena startup ao sucesso! Em 2024, o Brasil lidera na produção de açaí. Descubra a história da marca que conquistou o país!
Bengô Açaí: Da Pequena Açaitaria ao Sucesso Nacional
Em 2024, o Brasil produziu cerca de 150 toneladas de açaí, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A história da Bengô Açaí, que hoje se tornou uma marca nacional, começou com uma visão empreendedora de Rodrigo Cardoso.
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Em 2017, ele já enxergava o açaí como uma tendência e apostou em uma açaiteria em Bacabal, no Maranhão, que mais tarde receberia o nome de Bengô Açaí.
Com o início do modelo de franquias, em 2023, a marca vendeu 30 unidades em seis meses, e criou um centro de distribuição com capacidade de produzir até 200 toneladas por mês. O crescimento foi orgânico, guiado pelas sugestões dos clientes — desde o corte das frutas até as promoções que realmente funcionavam, conforme afirma Cardoso.
Inicialmente, o investimento foi de cerca de R$ 95 mil, juntando rescisão, venda de moto e dinheiro emprestado de familiares. Com esse valor, ele comprou duas máquinas e começou a bater e produzir o açaí na cozinha de casa. Rodrigo iniciou suas atividades em Araguaína, no Tocantins, e abriu a primeira loja em Bacabal, no Maranhão, escolhendo um ponto que não precisava de muitas mudanças estruturais e com aluguel acessível.
Durante seis meses, ele e sua esposa, Kamilla Cardoso, realizaram todos os processos da loja, desde a limpeza até o atendimento.
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O crescimento da açaiteria impulsionou a família a expandir o negócio. Em 2019, eles abriram uma segunda unidade em São Luís (MA). O desempenho da nova loja mostrou que o modelo era replicável fora do ponto de origem, abrindo espaço para uma expansão regional.
A marca se espalhou por cidades próximas, como Pedreiras, Pinheiro e Lago da Pedra, todas no Maranhão.
Inicialmente, a operação era sustentada de forma manual e com recursos limitados. “Até a quinta loja, eu não tinha caminhão, não tinha carro refrigerado. Produzia o açaí no fim de semana ou à noite e tirava três dias para transportar o produto no bagageiro do carro”, diz Rodrigo.
A partir dali, a expansão exigiu uma estrutura mais robusta.
Foi nesse contexto que Cardoso decidiu investir na criação de uma fábrica e, posteriormente, em um centro de distribuição. A empresa ganhava nome e, com o aumento da demanda por franquias, Rodrigo começou a idealizar o formato em 2022. Até então, a empresa não tinha uma marca. “Percebi que, se continuasse com uma marca genérica, o crescimento teria um limite, mesmo com várias lojas funcionando bem.
Por isso, decidi criar uma marca própria e procurei uma agência para ajudar na criação do nome e logo.”
Em 2023, a empresa começou a vender o modelo de negócio de forma informal, encontrando os potenciais franqueados dentro da própria loja. Em seis meses, ele já tinha vendido 30 unidades. A rapidez assustou Cardoso, que percebeu que não tinha uma estrutura preparada para atender tantas lojas.
Decidiu criar um centro de distribuição na cidade de Imperatriz (MA), a segunda maior cidade do Maranhão, facilitando a contratação de novos funcionários e a aquisição de novos caminhões.
Lá, montou uma fábrica com escritório. “Temos maquinário e câmera fria com potencial de produzir cerca de 200 toneladas por mês, o que permite atender mais de 800 lojas”, afirma Cardoso. Hoje, com 140 lojas, entre unidades em operação e comercializadas, em 12 estados, a produção é de 35 toneladas de açaí por mês – com expectativa de processar 60 toneladas ainda em 2026.
Para abrir uma franquia da Bengô Açaí, o investimento começa a partir de R$ 300 mil, com prazo de retorno em até seis meses.
Para sustentar o próximo ciclo de expansão, a Bengô aposta em estratégias de marketing aliadas ao fortalecimento da experiência do cliente nas lojas. Entre elas, está o ganho de visibilidade nas redes sociais, impulsionado pela participação no Rancho do Maia, projeto comandado por Carlinhos Maia, em 2025, que ajudou a ampliar o alcance da marca e a consolidar sua base de consumidores.
Já na abertura de novas unidades, o foco é nas regiões Sul e Sudeste, com lojas a serem inauguradas nos estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. “É um mercado mais favorável não só para a presença da marca, mas também para a venda de franquias, já que o poder aquisitivo da população é maior”, diz Cardoso.
Com isso, a expectativa é encerrar o ano de 2026 com faturamento de R$ 146 milhões e avançar rumo à marca de 300 lojas.
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