Investigações Sigilosas do Banco Central Revelam Envolvimento de Ex-Funcionários com o Banco Master
O Banco Central do Brasil (BC) instaurou processos administrativos disciplinares contra Paulo Sérgio de Souza e Belline Santana, ex-funcionários ligados ao Banco Master. As portarias, publicadas no Diário Oficial da União na segunda-feira (23 de março de 2026), não mencionam os nomes dos envolvidos, mantendo o processo em caráter sigiloso.
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A medida ocorre após uma sindicância interna do BC.
Paulo Sérgio de Souza atuou como diretor de Fiscalização do BC entre os anos de 2017 e 2023, posteriormente assumindo o cargo de chefe-adjunto do departamento de Supervisão Bancária. Belline Santana, por sua vez, ocupou a função de chefe do departamento de Supervisão Bancária.
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O prazo para a conclusão dos processos administrativos é de 60 dias.
A investigação, conduzida pela Polícia Federal, apontou Paulo Sérgio de Souza como fundador do Banco Master. Segundo a PF, Souza e Santana mantinham contato direto e frequente com o então diretor do Banco Central, Vorcaro, atuando informalmente em defesa dos interesses da instituição financeira sob supervisão do BC, onde ambos tinham vínculo funcional.
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A Controladoria-Geral da União (CGU) informou ao Poder360 que não irá comentar sobre a abertura ou o andamento dos processos administrativos disciplinares, devido à natureza sigilosa da investigação. A CGU ressaltou que a investigação está em andamento e que a transparência sobre o processo é limitada.
