Em 2025, a instituição registrou um lucro de US$ 13 bilhões no quarto trimestre, apresentando uma redução de 7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse resultado correspondeu a US$ 4,63 por ação, inferior à expectativa de US$ 4,85 por ação, conforme divulgado pela FactSet.
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Apesar da diminuição no lucro, a receita da empresa cresceu 7% no trimestre, atingindo US$ 45,8 bilhões, impulsionada principalmente pelo aumento das receitas provenientes de juros e tarifas bancárias.
Desempenho no Ano
No acumulado do ano de 2025, o banco obteve um lucro de US$ 57 bilhões, em contraste com os US$ 58,5 bilhões registrados em 2024, que permanece como o maior já alcançado por um banco americano, segundo informações do The Wall Street Journal.
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Receita Anual
A receita anual da instituição aumentou de US$ 177,6 bilhões para US$ 182,4 bilhões.
Fatores que Influenciaram o Resultado
A empresa atribuiu seu bom desempenho recente à resiliência da economia dos EUA, apesar de sinais de desaceleração no mercado de trabalho. A administração também mencionou riscos potenciais, mas destacou a influência da política de flexibilização de juros e da desregulamentação promovida por Washington.
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Contexto do Mercado
Nos últimos trimestres, os grandes bancos operaram em um cenário favorável, marcado pela recuperação das negociações em Wall Street, a retomada do setor de bancos de investimento, a estabilidade no crédito ao consumidor e movimentos de desregulamentação.
O índice bancário KBW subiu 29% em 2025, superando os ganhos do S&P 500.
Perspectivas Futuras
Resta incerto se o impulso observado em 2025 se manterá ao longo do ano, considerando um possível enfraquecimento do mercado de trabalho e as perspectivas para o ritmo de fusões e aquisições em Wall Street. A administração do banco deverá ser questionada sobre pressões políticas relacionadas à independência do Federal Reserve.
