Ministro Toffoli toma atrasos no caso Banco Master! Decisão chocante e busca por provas intensificam o caso. Saiba mais!
A semana de 12 de fevereiro de 2026 foi marcada por eventos importantes no caso do Banco Master, que tramita no Supremo Tribunal Federal. O anúncio da decisão do ministro Dias Toffoli, que encerra uma fase de atrito com a Polícia Federal, gerou reações e movimentou os bastidores da Corte.
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Após uma reunião interna, o ministro Toffoli concordou em redistribuir a relatoria do caso. A escolha do novo relator será feita hoje. Essa medida visa agilizar o andamento das investigações, que buscam apurar possíveis fraudes contra o sistema financeiro nacional.
As primeiras divergências surgiram em 24 de dezembro de 2025, quando Toffoli, sem pedido prévio, determinou a acareação de Daniel Vorcaro, ex-presidente do BRB, e de outros envolvidos. O objetivo era colher o mais rápido possível os depoimentos, evitando, segundo o ministro, manipulações das provas.
Durante os relatos, houve atrito entre o juiz instrutor do gabinete de Toffoli, Carlos Vieira Von Adamek, e a delegada da PF Janaína Palazzo.
Em 14 de janeiro, Toffoli exigiu explicações da Polícia Federal sobre um possível atraso na segunda fase da Compliance Zero. O ministro alegava que a PF não justificou o atraso no cumprimento da ordem, correndo o risco de fuga de Fábio Zettel, cunhado de Vorcaro.
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O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, explicou que a corporação comunicou formalmente o atraso ao Supremo antes do prazo, devido a outras operações complexas da polícia judiciária.
Inicialmente, Toffoli determinou que as provas coletadas pela PF fossem lacradas e acauteladas no STF para perícia. Posteriormente, retirou o poder da PF para periciar os materiais, repassando a tarefa à Procuradoria Geral da República. O ministro criticou as “vulnerabilidades” na regulação e fiscalização do Banco Central.
Para acessar os dados dos celulares de Vorcaro e as demais provas, Toffoli indicou 4 peritos da Polícia Federal.
A PF argumentou que a determinação do ministro dificultava o desenvolvimento da investigação, citando o risco de bloqueio remoto e autodestruição lógica de dispositivos eletrônicos. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pediu que o ministro reconsiderasse a decisão.
O caso demonstra a complexidade das investigações e os desafios enfrentados pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal na busca por evidências e na garantia da justiça.
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