Banco Master sob ataque! Ministro Toffoli sai da relatoria e causa choque no Palácio do Planalto. Investigações sobre “Lulinha” ganham novo rumo. Descubra os segredos!
A investigação sobre o Banco Master ganhou novo contorno nesta sexta-feira (12 de fevereiro de 2026), com a saída do ministro Dias Toffoli, da Suprema Corte, como relator do caso. Toffoli, que havia se reunido com outros membros da Corte, agora é substituído por Mendonça, gerando apreensão no Palácio do Planalto.
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A mudança ocorre em meio a uma série de acusações envolvendo o banco e figuras ligadas ao governo, incluindo o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”.
Além da investigação do Banco Master, Mendonça também assume a relatoria de uma ação relacionada ao escândalo do INSS, com citações ao ex-ministro Lulinha. A mudança na relatoria gerou pressão de setores da oposição, que esperavam uma atuação mais firme contra o governo.
Deputados do PL (Plano da Lei) e do PL-MG expressaram a necessidade de “seriedade” e “tratamento sem blindagem” no caso, enquanto o PL-SP defendia uma análise mais aprofundada, sem “jogo de bastidores”.
A relatoria de Toffoli foi marcada por rumores e críticas. Em novembro de 2025, ele se deslocou para a Lima, Peru, para assistir à final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, um evento que também contou com a presença do empresário Luiz Osvaldo Pastore e do ex-ministro Aldo Rebelo, ambos palmeirenses.
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A situação gerou questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse e a influência de fatores externos na investigação.
A investigação também envolveu a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, que foi contratada pelo Banco Master para prestar serviços. Os honorários, que somam R$ 131.275.071,72, geraram suspeitas e críticas, com alguns setores da oposição defendendo a necessidade de uma análise mais rigorosa das contratações no Poder Judiciário.
A situação foi intensificada pela disseminação de informações sobre o possível envolvimento de Viviane Barci na venda do banco ao BRB.
Apesar da pressão política e dos rumores, Toffoli manteve a posição de que não há motivo para se declarar impedido de julgar o processo principal sob sua relatoria. Ele redistribuiu alguns casos relacionados ao inquérito para instâncias inferiores, buscando evitar prejuízos processuais.
Apesar das críticas, Toffoli acredita que a investigação pode resultar em medidas estruturantes para garantir a segurança do mercado financeiro brasileiro, apontando para a necessidade de maior atuação do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários.
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