Crescimento do Banco Master Interrompido e Fraude de R$ 12 Bilhões Revelada
O ministro da Fazenda fez um pronunciamento nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, durante um evento organizado pelo BTG Pactual, detalhando o fim do crescimento acelerado do Banco Master, que se estendeu por aproximadamente seis anos, até 2024.
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A interrupção desse movimento ocorreu logo após a posse de Gabriel Galípolo como presidente do Banco Central, em 1º de janeiro de 2025.
“O Banco Master, até 2024, teve um crescimento exponencial que foi estancado assim que o Galípolo tomou posse, porque se deparou com uma situação muito preocupante em relação ao que se verificava ali”, declarou o ministro, enfatizando a necessidade de uma análise aprofundada da situação financeira da instituição.
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Durante o processo de avaliação, a equipe do ministro identificou inconsistências significativas nos balanços do Banco Master, o que culminou na descoberta de uma fraude estimada em R$ 12 bilhões. Diante do volume considerável do rombo, a Receita Federal concluiu que não havia outra alternativa senão liquidar a instituição financeira.
O ministro ressaltou que a Receita Federal já atuava no combate a fraudes no setor financeiro antes da liquidação do banco, citando a operação contra a Reag como um marco inicial das investigações. Essa operação revelou indícios de envolvimento do Banco Master e desencadeou uma atuação coordenada entre órgãos federais.
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Segundo o ministro, a estratégia adotada pela Receita Federal, que também foi utilizada durante sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo (2013-2016), é dar ênfase ao combate a esquemas bilionários de fraude. A priorização dessa linha de atuação visa a proteção dos interesses da economia nacional.
