Banco Itaú reporta R$ 1,2 bilhão em prejuízo e busca GEO para IA

Nova Moeda de Autoridade Corporativa: A Confiança Gerada pela Inteligência Artificial
Em 2026, a autoridade de uma marca deixou de ser definida por rankings tradicionais e selos de liderança, dando lugar a uma nova métrica: a capacidade de ser recomendada quando um consumidor ou tomador de decisão busca informações. Segundo Johanna Goulart, Co-Founder e CEO da First Answer, “a nova e mais valiosa moeda de autoridade no ecossistema de negócios é ser a marca que a recomenda quando um tomador de decisão ou consumidor pergunta: ‘qual é a melhor empresa de X?’”.
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Essa mudança, que começou a se consolidar entre 2024 e 2025, acompanha a ascensão de ferramentas de busca conversacionais, como o ChatGPT, que atingiu 800 milhões de usuários semanais globalmente, e a consolidação do Google AI Overviews no Brasil.
Em 2026, o tráfego de busca tradicional via links sofreu sua primeira queda histórica, com as consultas via IA generativa crescendo em ritmo de dois dígitos mensalmente.
O Consumidor Exige Respostas Sintéticas e Confiáveis
O consumidor atual não busca mais navegar por extensos bancos de dados de links e anúncios. Ele demanda respostas únicas, sintéticas e confiáveis. A marca que aparece no parágrafo dessa resposta conquista a confiança do usuário, enquanto a que não está presente é marginalizada na jornada de compra.
Essa nova realidade exige uma estratégia inédita: o Generative Engine Optimization (GEO).
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Dados recentes do setor financeiro brasileiro revelam um paradoxo: menos de 30% das marcas líderes em market share tradicional aparecem nas três primeiras menções espontâneas do ChatGPT para perguntas cruciais de funil, como “qual o melhor banco digital para PJ?” ou “qual o melhor seguro de vida?”.
O compartilhamento de mercado offline e o volume de menções nas IAs estão descolados, evidenciando um risco crescente para as empresas tradicionais.
Invisibilidade Algorítmica e a Necessidade de GEO
Empresas que operam sob a ilusão de que seu tamanho no mercado as protege nos algoritmos estão sujeitas a um risco invisível. Novas empresas, que arquitetam seus dados para serem indexados pelos grandes modelos de linguagem (LLMs), estão sendo incluídas nas respostas geradas pela IA, enquanto as marcas tradicionais correm o risco de serem “apagadas” da memória das IAs.
A resposta à demanda por informações é escassa, limitando-se a citar, em média, de três a cinco marcas por consulta. A IA responde a milhões de perguntas por dia, personalizadas e em tempo real. Cada resposta entregue na intenção de compra do cliente é uma microcapa de revista customizada.
As marcas que compreenderem o GEO e o AI Visibility como prioridades estratégicas construirão uma vantagem competitiva duradoura.
Ignorar os dados, segundo Johanna Goulart, implica o risco do esquecimento algorítmico.
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