Banco do Brasil em Crise: Inadimplência Explode e Ameaça Lucros em 2025!

Banco do Brasil enfrenta crise de inadimplência! R$ 3,6 bilhões em dívidas impactam resultados em 2025. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Problemas de Crédito Impactam Resultados do Banco do Brasil em 2025

Em 2025, o Banco do Brasil enfrentou desafios significativos, com um grande volume de inadimplência que afetou seus resultados financeiros. A instituição divulgou que uma empresa do setor atacado deixou de pagar R$ 3,6 bilhões durante o último trimestre do ano, um evento que gerou preocupação no mercado.

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O índice de inadimplência acima de 90 dias da instituição subiu para 5,17%, impulsionado por esse evento. Sem o impacto dessa inadimplência, o índice teria sido de apenas 4,88%, e a taxa de inadimplência seria de 4,51% (comparado com 3,16% no mesmo período de 2024).

A situação representou um aumento em relação aos trimestres anteriores, com 6,09% no setor do agronegócio no quarto trimestre de 2025.

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Análise das Taxas de Inadimplência

A alta inadimplência, especialmente no agronegócio, foi atribuída a um caso específico na carteira de títulos e valores mobiliários. O vice-presidente de Riscos do BB, Felipe Prince, indicou que a situação poderia estar relacionada a informações já divulgadas na mídia, sem revelar o nome da empresa envolvida.

A situação era considerada “problemática” e já estava sendo provisionada pelo banco há anos.

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A inadimplência no setor do agronegócio encerrou o quarto trimestre de 2025 com uma taxa de 6,09%, acima dos 4,84% registrados no trimestre anterior e dos 2,23% observados um ano antes. Executivos do BB já haviam sinalizado que a inadimplência nesse segmento continuaria pressionada, com expectativa de melhora apenas a partir do primeiro trimestre de 2026.

Projeções para 2026 e Desempenho do Banco

Apesar dos desafios, o Banco do Brasil apresentou projeções otimistas para 2026, prevendo um lucro líquido ajustado entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões. A instituição espera um crescimento de 0,5% a 4,5% na carteira de crédito, com projeções de crescimento de 6% a 10% para pessoa física e de 3% a 1% para empresas.

O banco também anunciou a distribuição de R$ 1,2 bilhão aos acionistas, sob a forma de juros sobre capital próprio complementar. Em 2025, o BB registrou uma margem financeira bruta de R$ 27,8 bilhões, com uma alta de 3,8% em relação ao mesmo período de 2024, apesar de uma queda de 3,9% nas receitas de prestação de serviços e um aumento de 4,1% nas despesas.

O desempenho do banco ficou abaixo dos resultados apresentados por outros grandes bancos no mesmo período, como Itaú Unibanco, Santander Brasil e Bradesco, que registraram retornos superiores.

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