Banco do Brasil mira em alta rentabilidade! 🚀 CEO Tarciana Medeiros define meta de ROE entre 14% e 16% em 2026. Acompanhe a estratégia para superar desafios do agronegócio e impulsionar os lucros!
O Banco do Brasil almeja um 2026 mais positivo, embora ainda reconheça os desafios. Após um ano de pressão, especialmente no setor de agronegócio, em 2025, a instituição busca elevar o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) para a faixa dos 15%, conforme o CFO Giovanne Tobias.
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Essa meta, que ele descreve como “ponto médio” entre 14% e 16%, reflete o esforço da instituição em melhorar a eficiência e a rentabilidade.
O ROE, um indicador crucial para o mercado, mede o retorno gerado por cada real investido no patrimônio do banco. Uma queda nesse indicador geralmente está ligada a problemas como redução de receitas, aumento da inadimplência e custos de capital mais elevados.
Em 2025, o ROE do Banco do Brasil ficou em 12,4%, um valor inferior aos 8,4% do trimestre anterior e bem abaixo dos 20,8% registrados um ano antes.
A rentabilidade do Banco do Brasil ainda fica abaixo da de seus principais concorrentes. O Itaú entregou um ROE de 24,4%, enquanto o BTG Pactual e o Santander registraram 27,6% e 17,6%, respectivamente. O Bradesco apresentou um ROE de 15,2%. A expectativa é que, com a implementação de novas estratégias, o Banco do Brasil alcance um patamar mais competitivo.
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A meta de “teen” (faixa entre 10% e 13%) para o ROE em 2026 depende, em grande parte, do encerramento das recuperações judiciais no setor agro. Essa situação, que tem prejudicado tanto as instituições financeiras quanto fornecedores e a economia local, deve melhorar gradualmente a partir do segundo trimestre de 2026.
A CEO do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, reforça a importância da disciplina na execução da estratégia e da transparência com o mercado. A expectativa é que, com a nova metodologia de concessão de crédito, a inadimplência do agronegócio comece a se estabilizar a partir do segundo trimestre de 2026.
O banco projeta um lucro líquido entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões para 2026.
Apesar dos desafios de 2025, com um crescimento de inadimplência no agronegócio de 500% em relação à série histórica, o mercado “abraçou” a perspectiva de crescimento do banco, reconhecendo a responsabilidade e o alinhamento com a comunicação da instituição.
A expectativa é que o ROE alcance a faixa dos 15%, com variações entre 14% e 16%, dependendo da evolução da situação no setor agro.
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