Banco de Brasília descobre pistas polêmicas em investigação do BRBO! 🚨 Detalhes surpreendentes sobre a tentativa de compra do BRB vêm à tona. Saiba mais!
O Banco de Brasília declarou nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, que encontrou “achados relevantes” que podem auxiliar as autoridades nas investigações sobre o Banco Regional de Brasília (BRB), incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB).
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Em comunicado, o banco estatal, ligado ao governo do Distrito Federal, informou que esses achados fazem parte da primeira etapa de um relatório preliminar elaborado pela auditoria contratada pela instituição, com o objetivo de confirmar “eventuais atos ilícitos”.
Até o momento, o BRB não divulgou detalhes sobre a natureza desses achados.
O Banco de Brasília entregou o relatório à Polícia Federal em 29 de janeiro de 2026 e ao Banco Central na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026. A instituição afirmou que está adotando diversas medidas, incluindo ações institucionais, administrativas, extrajudiciais e judiciais, relacionadas a fundos de investimentos, garantias e carteiras de crédito adquiridas pelo BRB.
O banco ressaltou que algumas dessas medidas estão em sigilo e serão reforçadas o mais breve possível, visando garantir a efetividade na preservação dos interesses do Banco.
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A liquidação do Banco Master foi decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, assim como a da gestora de investimentos Reag. A Reag foi alvo da operação em agosto de 2025, sendo suspeita de ligação com esquemas de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, envolvendo a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e outras empresas financeiras.
A empresa foi citada nas investigações que envolveram o Banco Master. Segundo um relatório do Banco Central repassado ao Tribunal de Contas da União (TCU), fundos administrados pela Reag estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master em 2023 e 2024, revelando um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro, com suspeitas de fraudes bilionárias, uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos e tentativas de socorro via banco público.
Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master cresceu rapidamente ao oferecer CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) com rentabilidade acima da média do mercado. Para sustentar o modelo, segundo investigadores, o banco assumiu riscos excessivos e estruturou operações que inflaram artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.
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