Banco de Brasília: Privatização descartada! Nelson Antônio de Souza garante que instituição não será privatizada ou federalizada. Revela plano de capital ao Banco Central
O presidente do Banco de Brasília, Nelson Antônio de Souza, assegurou que a instituição não passará por processos de privatização ou federalização durante sua gestão. A declaração foi feita em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, publicada no domingo (8 de fevereiro de 2026).
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Souza enfatizou que, sob sua liderança, “se tiver federalização ou privatização, não é com Nelson na presidência”.
Nelson Antônio de Souza também anunciou que o Banco de Brasília dará “um passo atrás” e retomará seu papel como banco regional. Ele explicou que essa estratégia visa fortalecer a instituição a longo prazo. “É salutar, em um primeiro momento, dar um passo atrás e voltar mais forte.
Se o prédio tiver que diminuir de tamanho e ficar com menos andares, ele vai diminuir; porém, vai ficar mais sólido”, afirmou.
Na sexta-feira (6 de fevereiro), o Banco de Brasília apresentou ao Banco Central um plano de capital, com o objetivo de recompor o balanço e reforçar sua liquidez em até 180 dias. A apresentação foi feita pelo diretor de Fiscalização do BC, Gilneu Vivan.
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A instituição apenas informou que a proposta visa proteger os clientes e garantir o funcionamento normal das operações.
“Elaborado para garantir a sustentabilidade da instituição, o plano fortalece o capital institucional e assegura a estabilidade das operações. O banco reafirma seu compromisso com a transparência, com a proteção de clientes, investidores e parceiros, e com a adoção de todas as medidas necessárias para preservar a integridade e a continuidade de suas atividades”, disse em nota.
Em depoimentos à Polícia Federal no final de 2025, o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, apontou que as operações com o Banco Master causaram um rombo de R$ 5 bilhões no balanço do BRB. As medidas que envolvem recursos do governo distrital dependem de aprovação da Câmara Legislativa do DF.
As apurações em curso investigam irregularidades, com ativos superfaturados ou inexistentes. O Banco de Brasília afirma que cerca de R$ 10 bilhões foram substituídos ou liquidados e negou o bloqueio de bens.
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