Banco Central investiga irregularidades no Banco Master! Em 2026, revelações chocantes sobre práticas irregulares e carteiras de crédito suspeitas. Ailton Aquino aponta falhas e sugere crimes. Saiba mais!
Em fevereiro de 2026, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, detalhou a atuação da autoridade monetária em relação ao Banco Master, uma instituição financeira que enfrentava crescente escrutínio devido a suspeitas de práticas irregulares.
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A investigação, que se estendeu por quase um ano, começou a ser formalizada após a liquidação extrajudicial do banco em novembro de 2025, dez meses após sua falência. O foco principal da análise se concentrou em carteiras de crédito que surgiram em janeiro de 2025, gerando dúvidas entre os auditores do Banco Central.
O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino, levantou preocupações sobre a formação dessas carteiras, questionando a lógica de captar recursos com taxas acima do CDI, especialmente quando o banco já apresentava dificuldades de liquidez.
Em março de 2025, a equipe de Aquino iniciou uma diligência para analisar as carteiras, resultando em um primeiro documento que não encontrou evidências que corroborassem a existência da carteira. Aquino então sugeriu uma investigação por eventuais crimes e, possivelmente, uma notícia de fatos.
Apesar de não ter informado imediatamente o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), o Banco Central comunicou o ocorrido ao Tribunal de Contas da União (TCU) em julho de 2025. A equipe de Aquino levantou a possibilidade de crimes e, possivelmente, uma notícia de fatos.
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A investigação revelou que o Banco Central não tinha conhecimento de um montante bilionário de créditos falsos que haviam ficado de fora do radar da instituição.
Durante um evento da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Galípolo expressou gratidão às entidades do setor financeiro que prestaram apoio ao Banco Central. Ele enfatizou a importância de esclarecer, dentro dos limites da legalidade, para evitar que narrativas ou desinformações atrapalhassem a percepção do público.
O Banco Central não respondeu perguntas do Poder360 sobre a atuação no caso do Banco Master.
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