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Banco Central negligencia falhas no Banco Master e fraude de R$47 bilhões

Ailton de Aquino admitiu falhas na supervisão do Banco Central sobre o Banco Master. Fraude de R$47 bilhões no FGC é revelada. O Banco Central não identificou fábrica de créditos fraudulentos

Por: redacao

30/01/2026 6:07

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Desempenho do Banco Master e a Falta de Vigilância do Banco Central

O depoimento de Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central, revelou uma série de falhas na supervisão da indústria financeira, especialmente no caso do Banco Master. Durante mais de uma hora de interrogatório à Polícia Federal, Aquino admitiu que a autoridade monetária não identificou a existência de uma fábrica de créditos fraudulentos, mesmo com suspeitas crescentes desde o final de 2024.

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A principal questão que emergiu do depoimento foi a falta de atenção do Banco Central em relação às práticas irregulares do Banco Master. Apesar de indícios de problemas, como a ausência de pagamento do depósito compulsório –uma exigência para que os bancos mantenham uma reserva de recursos–, a supervisão não foi eficaz.

A delegada da Polícia Federal, Janaina Pereira Lima Palazzo, não questionou de forma mais aprofundada o diretor sobre os depósitos compulsórios, demonstrando uma lacuna na análise dos riscos.

Detalhes do Interrogatório e Revelações

O depoimento foi gravado em vídeo e teve acesso o Poder360. Ailton Aquino explicou que a “crise de liquidez” do Banco Master era evidente, devido à falta de pagamento do depósito compulsório. A equipe de Aquino, composta por supervisores, auditores e chefes de divisão, também estava presente no interrogatório.

A investigação focava na cessão de créditos fraudulentos do Banco Master ao BRB. Daniel Vorcaro, fundador do Master, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do banco estatal, foram interrogados separadamente. Ailton Aquino foi uma testemunha no processo.

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A Tirreno e o Volume de Créditos

Após uma reunião em 27 de junho de 2025, o Banco Central teve maior “clareza” sobre as ilegalidades. A empresa Tirreno, em parceria com a Cartos e a The Pay, foi apontada como um dos principais elos na fraude. André, sócio da Tirreno, informou que a empresa havia gerado mais de R$ 6 bilhões em créditos que seriam repassados ao Master e, posteriormente, ao BRB, uma cifra considerada “impossível” dada a baixa influência da empresa.

O Banco Central não encontrou fluxos financeiros de TED, Pix ou operações cambiais da Tirreno. A empresa operava apenas com o Banco Master, iniciado em 23 de maio de 2025. A amostra de 30 CPFs da Tirreno, selecionados aleatoriamente, não receberam nenhum valor.

Todos os créditos eram falsos.

A Importância dos Reports e a Falta de Análise

A equipe de Aquino identificou problemas em carteiras da The Pay, Tirreno e Cartos em 20 de março, 20 de dezembro e 26 de dezembro. O diretor do Banco Central enfatizou a importância das datas e da formação das carteiras. A delegada questionou se o Banco Central já havia identificado a emissão de CCBs (Cédulas de Crédito Bancário) sem lastro no volume do Banco Master, mencionando o caso do Cruzeiro do Sul.

Apesar de ter identificado os problemas, o Banco Central não os contabilizou antes da aquisição do Banco Master pelo BRB. O SCR (Sistema de Informações de Créditos) foi um fator crucial, pois o BRB inseriu os dados da carteira de crédito no sistema após os questionamentos enviados pela autoridade monetária.

O Impacto da Fraude e as Recomendações

A fraude no Banco Master provocará um rombo superior a R$ 47 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Crédito), a maior quebra da história bancária do Brasil. Ailton Aquino reconheceu que a prática irregular “acontece” no sistema financeiro e que a autoridade monetária deve estar preparada para isso.

O fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, recomendou a venda da instituição financeira ao BRB, mas o tema passou despercebido no depoimento da Polícia Federal. O Banco Central publicou uma nota em 23 de janeiro para dizer que Aquino fez recomendações para a compra de carteiras fraudadas do Banco Master pelo BRB.

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Autor(a):

redacao

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