Banco Central intensifica medidas após crise do Banco Master! Em fevereiro de 2026, o BC, liderado por Gabriel Galípolo, busca fortalecer o sistema financeiro. Crise expõe vulnerabilidades e exige ação imediata. Saiba mais!
Em fevereiro de 2026, o Banco Central, sob a liderança do presidente Gabriel Galípolo, intensificou seus esforços para fortalecer o sistema financeiro nacional, em resposta à liquidação do Banco Master. A situação, que ocorreu em 18 de novembro, com um impacto de 0,57% do ativo total e 0,55% das captações, expôs vulnerabilidades que exigiam atenção imediata.
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O BC reconheceu a necessidade de evitar “os mesmos erros” e implementou medidas para diminuir a exposição do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) a instituições financeiras com alto nível de alavancagem. A prioridade era garantir a segurança dos depositantes e a estabilidade do sistema.
Uma das principais ações do Banco Central foi definir os critérios para o uso do FGC como garantia. Galípolo esclareceu que estavam sendo analisados os ativos elegíveis, buscando estabelecer limites para a alavancagem dos bancos. A intenção era criar um “custo mais alto a partir de um certo nível de alavancagem”, incentivando uma gestão mais prudente dos riscos.
A instituição financeira, após a liquidação, estava obrigada a cumprir esses limites.
O caso do Banco Master gerou um intenso debate sobre a velocidade com que o BC identificou e agiu diante das irregularidades. A divergência entre Galípolo e o diretor de Fiscalização, Ailton Aquino, sobre o momento exato em que a autoridade monetária teve certeza da inexistência de liquidez em carteiras de crédito, evidenciou a complexidade do processo investigatório.
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A comissão do Senado, liderada pelo senador Alessandro Calheiros (MDB-AL), pressionou o Banco Central a explicar o atraso na liquidação do banco.
O CEO do BTG Pactual, Roberto Sallouti, ressaltou a importância de aprimorar as regras de uso do FGC e de supervisão bancária. Ele elogiou Galípolo pelo trabalho de equilibrar inovação, competição e segurança no sistema financeiro. A discussão sobre a capitalização do FGC e a adoção de limites de concentração por canal de captação de recursos, de depósitos garantidos e de ativos, refletiu a busca por um sistema financeiro mais resiliente e seguro.
O Banco Central, em conjunto com o FGC e os bancos, estava trabalhando para evitar que instituições financeiras se tornassem excessivamente dependentes do fundo garantidor.
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