Banco Central investiga dívidas incorretas no SCR! Clientes do Master e Will Bank apontam fraudes e prejuízos de R$ 12 bilhões. Descubra o papel do Banco de Brasília e o que o ex-presidente Paulo Henrique Costa revelou. Saiba mais!
Um número crescente de clientes do Banco Master e do Will Bank estão relatando dívidas ativas ou em atraso no Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central. Os relatos são bastante preocupantes, com alguns clientes afirmando que já quitaram as pendências, enquanto outros alegam nunca ter tido nenhuma dívida com essas instituições financeiras.
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A principal suspeita é que o Banco de Brasília (BRB) seja o responsável por esses registros incorretos.
Os clientes consultaram o sistema on-line do Banco Central para obter informações sobre seus créditos ou os de suas empresas. Após essa consulta, foram notificados pelo Banco de Brasília, que havia adquirido carteiras de crédito fraudulentas do Master, abrangendo o período de 2024 a 2025.
Essa situação levanta sérias questões sobre a qualidade dos dados e a supervisão do sistema de crédito.
Como medida de compensação pelas carteiras de crédito problemáticas, o Banco de Brasília transferiu novos créditos para o Banco Central e o Will Bank. A origem desses novos créditos é controversa, com o Banco Central investigando a relação entre as instituições.
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A Polícia Federal (PF) está conduzindo uma investigação sobre um suposto esquema de fraudes envolvendo o Banco Master, que pode ter causado prejuízos de até R$ 12 bilhões.
Em depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, afirmou que a instituição começou a adquirir carteiras de crédito do Banco Master em 2024, quando o banco apresentava um “desempenho adequado” e sem “suspeita sobre o padrão documental”.
No entanto, em abril de 2025, foi identificado um “padrão documental diferente” devido ao tamanho das carteiras.
Costa explicou que os repasses das carteiras de crédito do Master cessaram em razão dos problemas de liquidez enfrentados pelo Banco Vorcaro. “O repasse monetário se deu durante muito tempo até que o Master começou a enfrentar situação de dificuldade de liquidez.
Começamos a ter dificuldade de receber os repasses de todas as carteiras do Master”, declarou.
O Poder360 entrou em contato com o Banco de Brasília para obter uma resposta sobre os relatos. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta. A investigação sobre o caso continua em andamento, com a Polícia Federal buscando esclarecer os fatos e identificar possíveis responsáveis.
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