O Banco Central, por meio do seu presidente Gabriel Galípolo, agendará uma reunião com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para discutir o caso envolvendo o Banco Master. A reunião está marcada para a quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, às 18h30.
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A Polícia Federal está conduzindo a segunda fase da operação Compliance Zero, focada no Banco Master. A investigação aborda crimes como organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de capitais.
Fase da Operação e Busca
A segunda fase da operação inclui buscas em locais ligados a Nelson Tanure, fundador do Banco Master, e seus familiares, incluindo o pai, irmã e cunhado. A PF está cumprindo 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF.
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Além disso, há medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que somam R$ 5,7 bilhões.
Colaboração e Alertas
A defesa de Vorcaro declarou que o banqueiro tem colaborado integralmente com as autoridades. O Banco Central informou ao TCU que identificou a existência de títulos fraudulentos no Banco Master no primeiro semestre de 2025.
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A empresa Tirreno Consultoria Promotoria de Crédito e Participações S.A., uma companhia paulista, foi apontada como responsável por “originar” uma carteira de R$ 6,7 bilhões em créditos inexistentes.
O Banco Master obteve um banco de Brasília sem lastro da Tirreno.
Envolvimento com o BRB
O Banco Central revelou que o BRB foi informado sobre a fraude no primeiro semestre de 2025. A liquidação extrajudicial do conglomerado só ocorreu em novembro de 2025.
A cessão de créditos inexistentes ao BRB foi constatada em janeiro de 2025.
Indícios de ilegalidades foram comunicados pelo Banco Central ao Ministério Público Federal em julho de 2025. Em 17 de novembro, data da prisão de Vorcaro, houve nova comunicação do Banco Central ao órgão.
