Banco Central reduz DI pela sexta seguida! Expectativa no Copom: corte de 25 pontos-base na Selic. Acompanhe as decisões!
As taxas de juros diários (DI) apresentaram uma nova queda na quarta-feira, 28, marcando a sexta sessão consecutiva em patamares baixos. Essa tendência foi impulsionada pelo fluxo contínuo de investimentos estrangeiros no Brasil. A expectativa agora se concentra no anúncio do Banco Central do Brasil sobre a taxa básica de juros, a Selic, que ocorrerá após as 18h30.
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No fim da tarde, a taxa DI para janeiro de 2028 registrou uma queda de 8 pontos-base, fechando em 12,785%. Da mesma forma, a taxa para janeiro de 2035 apresentou uma redução de 4 pontos-base, encerrando o dia em 13,325%. Nos últimos seis dias de negociação, as taxas futuras para janeiro de 2028 e janeiro de 2035 diminuíram 41 e 48 pontos-base, respectivamente.
O anúncio do Federal Reserve (Fed) sobre a manutenção da taxa de juros nos EUA, na faixa de 3,50% a 3,75%, também contribuiu para a queda das taxas DI. O mercado financeiro brasileiro acompanhou de perto a decisão, que refletiu a inflação ainda elevada e a estabilidade do mercado de trabalho americano.
Essa situação favoreceu a venda de ativos no Brasil, impulsionando o Ibovespa, que ultrapassou os 185 mil pontos pela primeira vez.
A analista Lais Costa, da Empiricus Research, destacou que a divergência entre o diretor Christopher Waller e o diretor Stephen Miran no Fed, em relação à possibilidade de corte de juros, era esperada. Nicolas Gass, head de alocação de investimentos e sócio da GT Capital, projetou que o Fed deverá cortar um total de 75 pontos-base da taxa de juros ao longo do ano, com o primeiro corte ocorrendo no segundo semestre, dependendo de uma nova gestão do banco central americano.
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As apostas dos agentes do mercado financeiro apontam para a manutenção da Selic em 15% ao ano, mas todos estarão atentos ao comunicado da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em busca de pistas sobre a decisão de março.
As opções de Copom, precificadas na segunda-feira (26), indicavam 36,00% de probabilidade de corte de 25 pontos-base, 34,50% de chance de redução de 50 pontos-base e 22,75% de possibilidade de manutenção.
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