Bancada do Novo Aciona PGR e PF Contra Ministro Toffoli em Caso Master
A bancada do partido Novo formalizou representações à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. A ação se baseia em acusações de “interferência atípica” em procedimentos relacionados ao Banco Master.
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A representação, assinada pelo deputado Eduardo Girão e demais membros da legenda, argumenta que a conduta atribuída ao ministro excede os limites de sua função jurisdicional.
Os documentos apresentados à PGR e à PF detalham supostas irregularidades, incluindo acusações de “gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro”, além de possíveis violações aos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.
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A iniciativa busca pressionar as instituições a investigar a fundo o caso.
O líder do Novo na Câmara, deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), enfatizou a necessidade de uma resposta clara das autoridades. “A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal precisam agir com independência e cumprir seu dever constitucional.
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A sociedade exige uma resposta clara das instituições de Estado. Este não é um caso que vai ser varrido para debaixo do tapete”, declarou.
Os documentos enviados à PGR e à PF foram separados, com um pedido específico à Polícia Federal para “instauração de procedimento investigatório para apurar os fatos narrados”. A solicitação destaca a necessidade de uma análise técnica e independente da sequência de atos praticados e seus efeitos práticos.
A representação ressalta que o caso exige esclarecimentos aprofundados, considerando a gravidade institucional das suspeitas levantadas. A situação envolvendo o ministro Toffoli ganhou destaque após revelações sobre relações entre familiares do magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
As informações geraram debates sobre eventual conflito de interesses e a permanência do ministro à frente das investigações. Em sua rede social X, o ministro Gilmar Mendes defendeu o colega, expressando apoio à posição do ministro Toffoli.
