Bahia em Alerta: Dois Casos de Mpox Confirmados e Investigação Intensificada!

Bahia registra 2 casos confirmados de Mpox! 🚨 Investigação intensificada na Bahia após novos casos de Mpox serem confirmados. A Sesab acompanha de perto a situação e busca entender o quadro epidemiológico. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Atualização: Dois Casos de Mpox Confirmados na Bahia em 2026

A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) divulgou nesta semana uma atualização sobre o acompanhamento do mpox no estado. Até sexta-feira, dia 20, foram confirmados dois casos da doença. Anteriormente, o estado havia registrado sete notificações suspeitas.

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Destes, três foram descartadas após investigação detalhada, que envolveu tanto a avaliação clínica quanto análises laboratoriais. Ainda existem duas notificações em fase de apuração, com a Sesab intensificando as investigações para determinar o quadro epidemiológico.

Casos Confirmados e Status da Apuração

Um dos casos confirmados ocorreu na cidade de Vitória da Conquista, localizada no interior da Bahia. Segundo informações da prefeitura local, a pessoa infectada está em isolamento durante o tratamento e apresenta uma boa evolução clínica. O outro caso é importado, com o diagnóstico sendo realizado em Salvador.

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O paciente, residente em Osasco (SP), está sob acompanhamento médico.

Sobre o Mpox e seus Transmissíveis

O mpox, também conhecido como varíola dos macacos, é uma doença infecciosa de origem zoonótica, causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão pode ocorrer por contato direto com a pele, ou por meio do contato com secreções.

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Além disso, a doença pode ser transmitida pelo compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

Sintomas e Tratamento Atual

Os sintomas mais comuns do mpox incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e, principalmente, lesões na pele. Essas lesões geralmente surgem no rosto e podem se espalhar pelo corpo. Atualmente, o tratamento se concentra em medidas de suporte, visando aliviar os sintomas e prevenir complicações, já que ainda não existe um medicamento específico aprovado para o tratamento da doença.

Pessoas diagnosticadas devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, um período que pode variar entre duas e quatro semanas, dependendo da evolução clínica do caso.

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