Bad Bunny quebra o protocolo no Super Bowl 2026! 🎤 A performance do artista porto-riquenho expõe realidades complexas sobre a história EUA x Porto Rico. Jorell Meléndez-Badillo analisa: “Profundamente política”! 💥 Descubra a tradição chocante do Super Bowl e o impacto de Bad Bunny
Ao longo da história do Super Bowl, a tradição de artistas utilizarem o palco para fazer declarações políticas se tornou um elemento recorrente. Desde o início, a oportunidade de se apresentar para milhões de espectadores transformou-se em uma plataforma para expressar opiniões e provocar reflexões.
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Bad Bunny, ao se apresentar no intervalo deste ano, segue essa tradição, elevando a questão a um novo patamar de visibilidade.
Históricamente, artistas que se apresentaram no Super Bowl, seja para cantar o Hino Nacional ou liderar o Show do Intervalo, repetidamente usaram sua visibilidade para se posicionar sobre questões importantes. Cheryl Ladd, por exemplo, cantou o Hino Nacional no Super Bowl XIV em 1980, em um momento de crise dos reféns no Irã, reforçando a mensagem de apoio aos reféns americanos.
Whitney Houston, em 1991, com sua interpretação do “Star-Spangled Banner”, buscou trazer esperança e cura para uma nação tensa e ansiosa, em meio à Guerra do Golfo Pérsico.
Outros exemplos ilustram essa tendência. Garth Brooks, em 1993, quase não cantou o Hino Nacional devido à recusa em exibir um clipe que criticava os distúrbios de Los Angeles. Madonna, em 2012, dividiu opiniões com sua performance, que incluía uma mensagem de “World Peace” e uma referência à cultura negra.
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Beyoncé, em 2016, com sua apresentação de “Formation”, homenageou as Panteras Negras e fez referência ao movimento Black Lives Matter, gerando controvérsia e elogios.
Em 2026, Bad Bunny continua essa tradição, utilizando o palco do Super Bowl para expressar suas opiniões. Jorell Meléndez-Badillo, um historiador porto-riquenho, observa que a presença dele ali é “profundamente política”, colocando em evidência as “realidades complexas e desconfortáveis da história dos Estados Unidos” em relação à sua terra natal, Porto Rico.
A performance de Bad Bunny certamente atrairá a atenção para as questões históricas e sociais entre os dois países.
A tradição de artistas se posicionarem no Super Bowl é um reflexo da capacidade do esporte de se tornar um palco para discussões importantes. A performance de Bad Bunny em 2026, assim como as de artistas anteriores, demonstra o poder da cultura pop de influenciar o debate público e de promover a conscientização sobre questões relevantes.
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