Bad Bunny Bomba Festa no Super Bowl: Cultura, Orgulho e a Fúria de Trump!

Bad Bunny causa furor no Super Bowl! 🤩 O astro porto-riquenho Olvin Reyes brilhou com festa e cultura, gerando críticas de Trump. 🇺🇸🔥 Descubra o show, a mensagem e os rumores envolvendo Liam Conejo Ramos! 🎤🎶 #BadBunny #SuperBowl #PortoRico

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Bad Bunny Brilha no Super Bowl: Uma Festa de Cultura e Identidade

No domingo (8), o astro porto-riquenho Bad Bunny transformou o Super Bowl em uma grande festa de rua, celebrando a união em vez da divisão em um set inovador em espanhol – um momento que, inevitavelmente, despertou a ira do presidente Donald Trump.

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A expectativa era alta para a apresentação do artista de 31 anos, em meio a intensas especulações sobre se ele usaria o palco para renovar críticas à repressão da imigração diante de dezenas de milhões de espectadores. Mas o músico extremamente popular, cujo nome é Olvin Reyes, cumpriu a promessa feita antes do jogo de compartilhar sua cultura com alegria – evitando declarações políticas explícitas, optando por mensagens sutis por meio de símbolos.

Um Espetáculo de Cores e Símbolos

O espetáculo, que contou com um engenho de cana-de-açúcar, um tradicional carrinho de “piragua” vendendo doces e até um casamento, Bad Bunny abriu o show com “Titi Me Pregunto” e o hino feminista “Yo Perreo Sola”, com um elenco de dançarinos reforçando o clima de festa.

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Atores Pedro Pascal e Jessica Alba, além da atriz Lincoln Fox, estiveram entre os convidados que curtiram a apresentação no cenário conhecido como “La Casita”, representando uma casa em Porto Rico. Bad Bunny vestiu um conjunto todo branco, com uma camisa de futebol americano trazendo o número “64” e o sobrenome “Ocasio”, antes de colocar um elegante paletó.

Políticas e Memórias

Em determinado momento, carregou uma bandeira de Porto Rico. Ele avançou para um terreno mais político com “El Apagón” (Apagão), música que aborda o deslocamento de porto-riquenhos em sua própria ilha e os problemas constantes causados pela rede elétrica instável.

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Em determinado momento, carregou uma bandeira de Porto Rico. Em um momento marcante, ele entregou à criança – talvez uma versão mais jovem de si mesmo – um gramofone dourado. A internet foi à loucura com rumores não verificados de que o menino seria Liam Conejo Ramos, uma criança equatoriana de cinco anos recentemente detida por agentes de imigração dos Estados Unidos em Minnesota.

Mensagens e Críticas

Uma tela gigante no estádio exibiu a mensagem: “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”. Ainda assim, Trump rapidamente criticou a performance, dizendo: “Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo” – apesar de dados oficiais indicarem que mais de 41 milhões de americanos falam espanhol.

Em uma postagem na rede Truth Social, ele chamou o show de “uma afronta à grandeza da América”.

Origens e Ascensão

Bad Bunny cresceu em Vega Baja, um pequeno município próximo à capital porto-riquenha, San Juan. Ele trabalhava em um supermercado, ensacando compras, quando recebeu uma ligação de uma gravadora após seus plays viralizarem na plataforma independente SoundCloud.

Assim começou a rápida ascensão do astro do reggaeton ao topo da música global. No fim do ano passado, Bad Bunny lançou “Debí Tirar Más Fotos”, uma aula de história da música porto-riquenha, promovida com uma residência de shows em San Juan e uma turnê mundial.

Em Porto Rico, território dos Estados Unidos desde 1898, só havia orgulho pelo filho da terra.

Conclusão

“Para alguém daqui estar em um dos eventos mais importantes dos Estados Unidos é motivo de orgulho para todo porto-riquenho”, disse Olvin Reyes, 39, à AFP.

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