B3 e Gilson Finkelsztain preveem boom de IPOs! Fintech atrai capital e abre portas para empresas brasileiras na bolsa. Descubra as oportunidades!
Uma semana passada, Nova York testemunhou um momento significativo para as empresas brasileiras. Após mais de quatro anos sem novas ofertas de ações na bolsa, o sucesso recente de uma fintech atraiu a atenção de especialistas, que agora acreditam que uma nova oportunidade está se abrindo para as empresas locais.
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O CEO da B3, Gilson Finkelsztain, expressou otimismo, afirmando que “dias melhores virão” para a bolsa brasileira, impulsionado pelo fluxo de capital estrangeiro, mesmo que ainda modesto, proveniente dos Estados Unidos.
Em um evento com jornalistas na quinta-feira (05), Finkelsztain destacou que esse fluxo pode incentivar empresas maduras e bem preparadas a iniciar o processo de IPO (Oferta Pública Inicial). O setor de infraestrutura, especialmente saneamento e logística, é visto como o primeiro a aproveitar essa nova janela de oportunidades, devido aos seus altos investimentos e demanda estrutural no país.
A B3 espera que empresas familiares com potencial de expansão, como cimenteiras e siderúrgicas, também se beneficiem dessa situação. O CEO ressaltou a diversidade de potenciais emissores no Brasil, reconhecendo a importância de manter o investidor doméstico, incluindo pessoas físicas e institucionais, na base acionária.
Apesar do otimismo, o mercado ainda é cauteloso, com investidores locais preferindo a segurança da renda fixa, impulsionada pela expectativa de cortes na taxa Selic. A Selic ainda está em patamar elevado, o que dificulta a migração do investidor para ações.
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Os bancos que acompanham as operações estimam um potencial de 10 a 15 transações ao longo do ano, incluindo IPOs e follow-ons, dependendo da continuidade dos fluxos internacionais e da estabilidade macroeconômica. A trajetória dos juros continua sendo o principal divisor de águas para o mercado.
Finkelsztain acredita que, com a estabilização da economia e a redução da Selic, a demanda doméstica será reativada, criando um efeito multiplicador e incentivando mais empresas a abrir capital. Ele evita previsões categóricas, mas expressa esperança de que o mercado volte a girar.
A B3 acredita que, com a retomada do crescimento econômico, o mercado poderá surpreender, com um volume significativo de IPOs e follow-ons. O CEO conclui com otimismo, afirmando que “dias melhores virão”.
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