Azul Resurge com Investimento Estratégico e Plano de Crescimento Ambicioso!

Azul busca retomada com investimento e novas estratégias! Rodgerson detalha plano pós-reestruturação com aporte de American Airlines e Delta. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Azul Busca Crescimento Sustentável Após Reestruturação Financeira

O presidente-executivo da Azul, Rodgerson, enfatizou que a prioridade da companhia aérea para o futuro é um crescimento responsável, após a recente reestruturação financeira, formalizada pelo processo de “Chapter 11”. Iniciado em maio de 2025, o processo resultou na redução da dívida líquida da Azul de US$ 7 bilhões para aproximadamente US$ 3,7 bilhões.

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O aporte significativo veio de concorrentes no mercado norte-americano, como American Airlines e Delta, que investiram US$ 100 milhões cada, alcançando uma participação de cerca de 8% no capital da empresa.

Novas Estratégias e Investimento no Cliente

Rodgerson destacou que a Azul também planeja investir na melhoria do relacionamento com seus clientes, que, segundo ele, foi afetado pela crise financeira que a companhia enfrentou. “Quando você está pagando uma quantia elevada em juros devido à pandemia de COVID-19, não há espaço para flexibilidade e crescimento”, afirmou.

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A empresa pretende focar seus esforços nos principais hubs de Campinas (SP), Confins (MG) e Recife (PE).

Reformulação do Programa de Fidelidade e Acesso a Recursos

A Azul anunciou uma reformulação em seu programa de fidelidade, introduzindo duas novas categorias: Diamante Unique e One. Além disso, a empresa está buscando novas formas de acesso a recursos, como o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que disponibiliza empréstimos para o setor aéreo.

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No entanto, a Azul informou que, no momento, não está em negociações para utilizar esses recursos. “É uma oportunidade que não tivemos no passado”, disse Rodgerson.

Mudanças na Estrutura Societária e Governança

A Azul se tornou uma “corporation”, sem um controle acionário definido, e os principais acionistas não terão mais do que 8% de participação no capital. Para garantir uma governança mais eficiente, a empresa criará um comitê estratégico, composto por acionistas e membros independentes.

John Slattery, responsável pela divisão comercial da , foi confirmado como um dos membros desse comitê.

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