Executiva prevê investimento de R$10 bilhões em 2025 para a companhia.
A Axia Energia, anteriormente conhecida como Eletrobras, planeja uma atuação significativa nos leilões de energia promovidos pelo governo. Segundo Ivan Monteiro, CEO da companhia, essa estratégia será implementada, dependendo dos resultados financeiros e da adequação dos retornos.
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A empresa pretende participar dos leilões já anunciados e também se preparar para novos certames, incluindo o leilão de reserva de capacidade previsto para 2026.
Monteiro mencionou o compromisso histórico da Eletrobras com leilões, que totalizou quase R$6 bilhões. Apesar de avaliar as oportunidades nos leilões, a maior parte do investimento da Axia Energia será direcionada ao crescimento orgânico da empresa. A estratégia da companhia foca em fortalecer seus próprios ativos.
A Axia Energia não prevê grandes aquisições, priorizando investimentos em seus próprios ativos, como reforços, melhorias e modernização. A empresa planeja investir aproximadamente R$10 bilhões em 2025.
Monteiro também descartou a internacionalização da empresa, destacando as “muitas oportunidades” existentes no Brasil. A empresa busca se adaptar à abertura do mercado livre de energia, que representa uma nova dinâmica para o setor elétrico.
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A mudança para Axia Energia, anunciada recentemente, reflete uma evolução nos últimos anos, com o objetivo de operar com maior agilidade, inovação e foco no cliente. Ivan Monteiro enfatizou que a empresa busca aproveitar as oportunidades abertas pelo mercado livre de energia.
A Axia Energia visa ser uma empresa de energia que se distingue pela sua abordagem, com o cliente como palavra-chave central. A empresa acredita que a relação com o cliente será determinante para o sucesso no mercado, que se mostra aberto e competitivo.
O governo brasileiro está implementando a abertura do mercado livre de energia, uma medida aguardada pelo setor elétrico. O chamado “ambiente de contratação livre” (ACL) permite que consumidores comprem energia diretamente de fornecedores, geradores ou comercializadores.
Os participantes do mercado livre podem negociar preços e prazos de contratação livremente, enquanto os consumidores ligados ao mercado regulado, como residências, permanecem vinculados aos contratos e tarifas das distribuidoras de energia. O mercado livre de energia tem atraído empresas, incluindo pequenas e médias empresas com cargas mais baixas, em busca de economia de custos.
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