Austrália financia projetos de terras raras no Brasil com US$ 100 milhões

Austrália financia projetos de terras raras no Brasil! Export Finance Australia apoia Caldeira e Colossus, com potencial de US$ 100 milhões. Meteoric e Viridis Mining ganham impulso

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(Imagem de reprodução da internet).

O governo australiano, através do Export Finance Australia, disponibilizou cartas de apoio financeiro a dois projetos de exploração de terras raras no Brasil. O montante total dos financiamentos pode atingir até US$ 100 milhões. A mineradora australiana Meteoric Resources, responsável pelo Projeto Caldeira, anunciou o recebimento de uma dessas cartas de apoio em 7 de dezembro.

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Apoio Estratégico e Desenvolvimento do Projeto Caldeira

O financiamento proposto visa apoiar o desenvolvimento do Projeto Caldeira, que envolve a contratação de empresas australianas para serviços de engenharia, suprimentos, construção e gestão. A empresa destaca a importância do apoio como um sinal de confiança na estratégia da Meteoric para se tornar um importante fornecedor de materiais críticos de terras raras.

Outro Projeto Recebe Financiamento

Na mesma semana, a Viridis Mining & Minerals anunciou que o Projeto Colossus, também localizado em Minas Gerais, recebeu uma carta de apoio para financiamento da Export Finance Australia. O projeto, rico em terras raras, está em fase de due diligence, com análises conduzidas pela agência australiana.

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Elegibilidade e Confiança nos Investimentos

A elegibilidade do Projeto Colossus para receber financiamento de agências internacionais, como a Bpifrance Assurance Export e a Export Development Canada, indica que o projeto atende aos critérios técnicos, ambientais, econômicos e estratégicos exigidos.

Essa situação aumenta a confiança de bancos e investidores privados na viabilidade do empreendimento.

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Importância Estratégica e Diversificação de Fornecedores

Projetos como o Colossus são considerados estratégicos pela Austrália, Canadá e França, em um esforço para diversificar os fornecedores de terras raras e reduzir a dependência da China. A expectativa é fortalecer a segurança mineral e a resiliência das cadeias de suprimentos globais.

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