Atletas olímpicos enfrentam crise de sono! Pesquisa aponta 34% com dificuldades para dormir. Descubra como otimizar o sono e evitar problemas de saúde.
A pesquisa Global Sleep Survey da ResMed, realizada em 2024-2025, revela um problema crescente no mundo do esporte de alto rendimento. Cerca de 34% dos entrevistados relatam dificuldades para adormecer e 29% para manter o sono, três ou mais vezes por semana.
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Essa questão vai além do simples cansaço e da queda de energia no dia seguinte, podendo contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão.
O cenário se agrava para atletas, que enfrentam uma rotina de treinos intensos, viagens e a pressão psicológica inerente às competições. Um estudo de 2025 com 1.603 atletas da Seleção Americana revelou que quase 40% relataram dormir mal. Fatores como a exigência física, a instabilidade de horários e a pressão por resultados podem impactar negativamente a qualidade do sono.
Diante desse desafio, atletas e psicólogos buscam soluções para otimizar o sono. O controle do ambiente é uma das principais estratégias. Em espaços apertados como as vilas olímpicas, onde camas desconfortáveis e ruídos podem perturbar o descanso, medidas como o uso de fones de ouvido com cancelamento de ruído e mini umidificadores podem fazer a diferença.
A esquiadora Julia Kern, por exemplo, viaja com um travesseiro próprio para garantir o conforto em diferentes hotéis.
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Além do controle do ambiente, técnicas de relaxamento são fundamentais. Atletas como Julia Kern utilizam exercícios de respiração ou visualização para se concentrar e interromper ciclos de pensamentos negativos. Psicólogos como Emily Clark recomendam a criação de um “ritual” para dormir, com atividades relaxantes como banhos quentes ou música suave, e a evitação de telas e atividades agitadas antes de deitar.
Apesar dos benefícios, o monitoramento do sono pode gerar pressão e perfeccionismo. Atletas como Tess Johnson, que competiu nos Jogos de 2018, relatam que o conhecimento de ter dormido mal, mesmo se sentindo bem, pode ser prejudicial. É importante encontrar um equilíbrio entre o acompanhamento e a aceitação da variabilidade natural do sono.
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