Atleta americana Anika Malacinski denuncia injustiça e luta por inclusão no combinado nórdico!

Annika Malacinski denuncia injustiça no combinado nórdico! 😱 Mulheres são excluídas dos Jogos de Milão-Cortina 2026. A atleta americana expõe: “É nojento!” Saiba mais

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(Imagem de reprodução da internet).

A modalidade do combinado nórdico enfrenta um impasse significativo em 2026, com a ausência de atletas femininas nos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina. A decisão, que exclui as mulheres da competição, tem gerado forte reação e reacendido o debate sobre equidade de gênero no esporte olímpico.

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A exclusão, que remonta a 1924, tem sido amplamente criticada por atletas e federações.

A Voz de Annika Malacinski

Annika Malacinski, uma atleta americana de 24 anos que compete no circuito internacional do combinado nórdico, tem sido uma das vozes mais ativas na luta por mudanças. A atleta, atualmente na 10ª posição do ranking mundial, não poderá participar dos Jogos justamente por ser mulher.

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Em entrevista ao ‘ge’, Malacinski expressou sua frustração com a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) e o processo de tomada de decisão.

“É Nojento”

“Isso é nojento”, declarou Malacinski, enfatizando a injustiça da situação. A atleta descreve a modalidade como “só acessível para os homens”, apesar da crescente participação feminina em competições internacionais e no aumento do calendário competitivo.

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Segundo ela, a decisão final reside em dirigentes que podem simplesmente negar a inclusão feminina.

Sonhos e Esperanças para 2030

Apesar da frustração, Malacinski mantém o sonho olímpico vivo. Ao considerar a possibilidade de competir em 2030, caso as mulheres sejam finalmente incluídas no programa, a atleta se emocionou. Ela acredita que deve a si mesma ao menos tentar, reconhecendo que a trajetória no combinado nórdico exigiu não apenas desempenho esportivo, mas também ativismo.

Posicionamento do Comitê Olímpico Internacional

O Comitê Olímpico Internacional (COI) reconhece os desafios enfrentados pela modalidade do combinado nórdico, tanto para homens quanto para mulheres. A decisão de manter a competição masculina em 2026 é precedida por uma reavaliação após os Jogos de Milão-Cortina.

O COI informou que, após essa análise, tomará a decisão sobre a inclusão do combinado nórdico, tanto masculino quanto feminino, no programa dos Jogos de Inverno dos Alpes Franceses de 2030.

O comitê citou fatores como baixa audiência, concentração de medalhas em poucas nações e desafios de representatividade internacional como elementos que pesaram na decisão. Segundo o COI, a modalidade teve “de longe, a pior audiência” nas últimas edições dos Jogos.

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