Ataques dos EUA contra o Irã: Repercussões no Oriente Médio
Na noite da última sexta-feira (27), o vice-presidente JD Vance e outros altos funcionários americanos acompanharam de perto os ataques realizados contra o Irã. A reunião, que ocorreu na Sala de Situação, contou com a presença do secretário de Energia, Chris Wright, do secretário do Tesouro, Scott Bessent, e da diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard.
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A equipe estava conectada a uma linha de conferência com o presidente Donald Trump e sua equipe, que se encontrava em Mar-a-Lago, conforme revelou a fonte.
O presidente Trump confirmou oficialmente os ataques, descrevendo-os como uma campanha “massiva e contínua”. Ele justificou a ação militar alegando que o objetivo é “defender o povo americano” das “ameaças do governo iraniano”. Em um vídeo divulgado na plataforma Truth Social, Trump prometeu a destruição dos mísseis iranianos e a garantia de que o país do Oriente Médio não desenvolveria armas nucleares.
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Um oficial israelense confirmou que o ataque foi realizado em conjunto pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. A CNN recebeu a confirmação da operação de duas fontes próximas à equipe militar envolvida. A resposta do Irã se manifestou com ataques em países vizinhos, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, além de Jordânia e Iraque.
Fontes da CNN descrevem os ataques como um evento sem precedentes no Oriente Médio, com um alvo específico em uma área residencial de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A situação continua sendo monitorada de perto por autoridades americanas e internacionais.
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