Ações militares coordenadas entre os Estados Unidos e Israel resultaram em um balanço preliminar de pelo menos 201 mortos, conforme divulgado pela Organização Crescente Vermelha da Irã. De acordo com o porta-voz Mojtaba Khaledi, 747 pessoas ficaram feridas, e os ataques atingiram 24 das 31 províncias do país.
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Este é o primeiro relatório oficial sobre o incidente, apresentado pelas autoridades iranianas.
Ataques e Resposta Inicial
Os ataques começaram pouco antes das 20h locais em Teerã, capital do Irã, com a origem ainda não identificada. Operações conjuntas entre os EUA e Israel iniciaram-se na manhã do mesmo dia, com relatos de fumaça sobre Teerã, incluindo a área da residência do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã.
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Houve um aumento significativo na segurança da capital.
Afirmações e Alertas
Os Estados Unidos e Israel justificaram suas ações como medidas preventivas, visando locais militares iranianos. O exército israelense emitiu alertas para indivíduos próximos a infraestruturas militares em todo o país, solicitando evacuação, após meses de planejamento conjunto entre os aliados.
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Contra-ataques e Reações Regionais
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou ataques contra a Quinta Frota dos EUA no Bahrein. A primeira onda de ataques com mísseis e drones foi direcionada a Israel. O serviço de emergência Magen David Adom, de Israel, confirmou o atendimento a um homem ferido por explosão no norte do país.
Impacto Regional e Interceptações
Explosões foram relatadas em várias cidades do Golfo, incluindo Riade (Arábia Saudita), Manama (Bahrein) e Doha (Catar). Os Emirados Árabes Unidos informaram ter interceptado mísseos iranianos, reservando-se o direito de responder. Residentes de Abu Dhabi relataram ter ouvido fortes explosões na capital emiradense, que abriga uma base com pessoal dos EUA.
O Catar e o Kuwait também enfrentaram ataques recebidos.
