Arthur Weintraub ataca Bolsonaro e família sobre classificação de facções

Arthur Weintraub ataca família Bolsonaro sobre classificação de facções como terroristas. Ex-assessor e deputado trocam farpas sobre o PCC e CV. Weintraub acusa Bolsonaro de proteger criminosos

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(Imagem de reprodução da internet).

Ex-Assessor da Presidência e Deputado Trocam Farpas Sobre Classificação de Facções

O ex-assessor especial da Presidência, Arthur Weintraub, protagonizou um intenso debate nas redes sociais com o deputado federal do PL (São Paulo), em resposta a críticas direcionadas ao atual governo. A discussão centralizou-se na classificação de organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como grupos terroristas.

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O embate começou após Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, publicar uma afirmação de que o presidente teria “pavor” de decretar as facções como terroristas. Segundo Weintraub, essa suposta hesitação visava “proteger a sua base eleitoral de criminosos e a si próprio”, gerando uma resposta contundente do ex-assessor.

Arthur Weintraub responsabilizou a gestão anterior pela inércia no tema, argumentando que o então presidente Jair Bolsonaro poderia ter tomado a iniciativa de classificar as facções como terroristas. Ele revelou que tentou levar o assunto ao então presidente ainda em 2021, mas a proposta foi rejeitada.

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“Eu cheguei a falar com ele sobre narcoestado em 2021. Nem quis ouvir”, afirmou Weintraub, detalhando a falta de interesse do então presidente em abordar a questão.

Weintraub concluiu a postagem com uma provocação direcionada à família Bolsonaro: “Vocês só mentem. Se chorar, manda áudio”.

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Arthur Weintraub possui uma trajetória política relevante, tendo atuado como assessor especial da Presidência da República no governo Bolsonaro e, posteriormente, ocupado o cargo de secretário de Segurança Multidimensional na Organização dos Estados Americanos (OEA).

Ele e seu irmão, Abraham, romperam politicamente com o ex-presidente e seus filhos, tornando-se críticos da atuação da família na política brasileira.

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