Arrascaeta e Caravina discutem pênalti polêmico no jogo do Flamengo e São Paulo

Arrascaeta rebate Caravina sobre lance controverso no jogo contra o São Paulo. Reunião entre jogadores, árbitro e VAR sobre a disputa.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O meia Arrascaeta, camisa 10 do Flamengo, utilizou suas redes sociais para responder a uma análise do especialista em arbitragem, Paulo Caravina, referente a um lance controverso na partida contra o São Paulo, disputada na quarta-feira (28). O jogo, válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro, gerou debate devido a uma possível irregularidade que teria afetado o uruguaio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A polêmica surgiu em um momento final da partida, ocorrida no Morumbi, em São Paulo, com Arrascaeta aproveitando um reflexo do goleiro Rafael e finalizando. Contudo, o jogador reclamou de um contato de Alan Franco, adversário do Tricolor. O lance instigou uma discussão sobre a validade de uma possível penalidade.

Paulo Caravina, analista de arbitragem, classificou o ocorrido como acidental e declarou que o árbitro agiu corretamente ao não marcar o pênalti. Arrascaeta, então, questionou o analista, argumentando que a interferência de Caravina prejudicou a execução do chute.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Paulo, analise o chute e me diga se não atrapalhou a maneira de finalizar. Até a força na bola é diferente. Não entendo como não vai atrapalhar, faz a prova e toma um toque no pé na hora de bater na bola”, disparou o jogador flamenguista.

Paulo Caravina respondeu, afirmando que o contato, embora acontecido, é normal e permitido no futebol, desde que não impeça o jogador de finalizar. “Fala, ídolo! Atrapalhar vai, mas o desestabilizar no futebol, perante a regra é permitido, desde que não impeça.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Concordo que ele te atrapalha, o que não posso dizer é que ele impede você de finalizar”, declarou.

Enquanto isso, o VAR, Rodrigo D’Alonso Ferreira, analisava a jogada em detalhes. “Eles falam que ele foi calçado antes. Pra mim, primeiro ele chuta, depois tem o contato, ação de jogo”, argumentou o dono do apito.

“Ele tinha a prioridade do chute”, iniciou Rodrigo D’Alonso Ferreira. “O jogador do São Paulo vem, não muda a sua corrida”, continuou o assistente de vídeo. “Essa carga, esse contato, não foi suficiente para mim”, seguiu Wilton. “Na hora que o Arrascaeta vai chutar, ele coloca a perna para trás, o jogador do São Paulo não muda a passada em nenhum momento, e ele finaliza”, afirma o VAR.

“Pode seguir, segue a decisão de campo, ele não muda a passada. O Arrascaeta quando vai fazer o chute, põe a perna para trás e bate a perna no São Paulo e mesmo assim conclui a jogada”, concluiu Rodrigo D’Alonso Ferreira. “O jogador não impacta no chute de Arrascaeta”, comunicou Wilton aos jogadores no campo.

Sair da versão mobile