Deputado do PT Apresenta Parecer sobre Proposta do Mercosul
O presidente da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), entregou nesta segunda-feira (9 de fevereiro de 2026) ao presidente da Câmara dos Deputados, um parecer sobre uma importante proposta. O documento, disponível em formato PDF de 325 KB, será agora analisado pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul.
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A análise do parecer está prevista para acontecer na terça-feira (10 de fevereiro) e, após a avaliação, a proposta seguirá para o plenário da Câmara. A expectativa é que a votação ocorra na semana seguinte ao Carnaval. O deputado Chinaglia apresentou o parecer em um momento crucial para o debate sobre o futuro do Mercosul.
A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul se reunirá às 10h no Plenário 6 do Senado Federal. O texto, relatado por Chinaglia, necessita de uma maioria simples para ser aprovado na comissão mista. A comissão, criada em 2011, conta com 27 deputados e 10 senadores.
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O colegiado tem como principal objetivo analisar e deliberar sobre questões relacionadas ao Mercosul e ao Parlasul (Parlamento do Mercosul). A dinâmica do processo de negociação entre o Mercosul e a União Europeia continua sendo um ponto central de atenção para os legisladores brasileiros.
Acordo UE-Mercosul: Após 26 Anos de Negociações
A União Europeia oficializou o acordo com o Mercosul em 9 de janeiro de 2026, após 26 anos de negociações complexas. Apesar do consenso geral, alguns países, como França, Polônia, Áustria, Irlanda e Hungria, se manifestaram contra o tratado, alegando potenciais impactos negativos para seus produtores agrícolas locais.
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O acordo estabelece a redução gradual de tarifas alfandegárias, além de definir regras para o comércio de bens e serviços, compras públicas, propriedade intelectual e compromissos ambientais. A iniciativa representa a criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, unindo cerca de 780 milhões de consumidores e aproximadamente 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global.
É importante ressaltar que, mesmo com a aprovação pelos Estados-membros da UE, o acordo só entrará em vigor após o aval do Parlamento Europeu e dos Congressos nacionais dos países do Mercosul.
