Argentina em Paralisação Histórica: Sindicatos Confrontam Reforma Radical de Milei!

Paralisação histórica na Argentina em defesa dos direitos trabalhistas! Sindicatos se mobilizam contra o governo Milei. Saiba mais!

27/02/2026 9:44

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(Imagem de reprodução da internet).

Paralisação em Massa na Argentina em Defesa dos Direitos Trabalhistas

Sindicatos de diversos setores da Argentina anunciaram uma nova paralisação para esta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, em um dia crucial para o país. A mobilização, liderada pela FreSU (Frente Sindical Unida), visa pressionar o governo de Javier Milei a reconsiderar suas propostas de reforma trabalhista.

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A principal concentração de manifestantes está prevista em Buenos Aires, onde uma marcha deverá percorrer as ruas até o Congresso Nacional.

Reforma Trabalhista e a Resistência Sindical

O foco da paralisação é a proposta de reforma trabalhista do governo Milei, que busca alterar as regras do mercado de trabalho. A reforma, que já havia sido apresentada em 19 de fevereiro, enfrenta forte resistência dos sindicatos, que se opõem à medida que reduz o salário dos trabalhadores durante as licenças médicas.

A FreSU e outras centrais sindicais buscam impedir a aprovação da reforma, visando proteger os direitos dos trabalhadores.

Outras Propostas em Debate no Senado

Além da reforma trabalhista, o Senado argentino também terá uma importante discussão nesta sexta-feira. A proposta de alteração da idade mínima para ingresso no mercado de trabalho, que atualmente é de 16 anos, busca reduzir a idade para 14 anos.

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Essa proposta, que faz parte da agenda de Milei desde 2023, já defendia uma idade ainda menor, de 13 anos.

Ação Judicial da Maior Central Sindical

A Confederação Geral do Trabalho (CGT), a maior central sindical da Argentina, anunciou que entrará com uma ação judicial para tentar impedir a aprovação da reforma trabalhista. Segundo o jornal argentino, a CGT pretende apresentar sua denúncia na segunda-feira, 2 de março, com uma marcha até o Palácio da Justiça, sede do Supremo Tribunal.

A entidade busca garantir a proteção dos direitos dos trabalhadores frente às mudanças propostas.

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