Argentina em Crise: Inflação Acelera e Tensão no Indec em 2026!

Inflação na Argentina dispara em janeiro de 2026! 🚀 Aumento de 2,9% choca e tensões no Indec! Renúncia de Lavagna e disputa com Milei. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Inflação na Argentina Acelera em Janeiro de 2026

A inflação oficial na Argentina registrou um aumento de 2,9% em janeiro de 2026, superando o avanço de 2,8% observado em dezembro do ano anterior. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, através de um relatório em formato PDF (1,2 MB) em espanhol.

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Setores com Maior Impacto

Os setores de alimentos e bebidas não alcoólicas lideraram o aumento, com uma alta de 4,7%. Restaurantes e hotéis também apresentaram um crescimento significativo, com 4,1%. Em contraste, os setores de educação registraram um aumento de apenas 0,6%, enquanto o setor de vestuário experimentou uma leve queda de -0,5%.

Inflação Acumulada e Tensões no Indec

No acumulado interanual, a inflação atingiu 32,4%, representando um avanço de 0,9 ponto percentual em relação à taxa acumulada de 2025, que era de 31,5%. Essa variação representa uma redução de 86,3 pontos percentuais em comparação com o desempenho de 2024, quando a inflação anual fechou em 117,8%.

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Divergências no Instituto Nacional de Estatística

A divulgação dos dados coincide com um período de tensões no Instituto Nacional de Estatística y Censos de Argentina (Indec). Em 2 de fevereiro, o então chefe do instituto, Marco Lavagna, renunciou. O ministro da Economia, Luis Caputo, justificou a renúncia, alegando discordância com o presidente Javier Milei (LLA, direita).

O governo busca adiar a implementação de uma nova metodologia para calcular a inflação, argumentando que essa mudança revelaria uma taxa de inflação “ligeiramente superior” em comparação com o método atual. No entanto, Lavagna expressou sua discordância, defendendo a continuidade do método vigente até que o processo de desinflação esteja totalmente consolidado.

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