Apple Pay expande uso com Visa e UnionPay na China continental e no exterior

Apple expande Apple Pay na China com parcerias Visa e UnionPay. Usuários chineses podem usar cartões Visa para compras internacionais via Apple Pay

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(Imagem de reprodução da internet).

Apple Expande Apple Pay com Parceria Visa e Cartões UnionPay

A Apple Inc. anunciou o encerramento de uma parceria exclusiva de dez anos com a China UnionPay Co. Ltd., abrindo caminho para que usuários na China continental utilizem seus cartões Visa para pagamentos internacionais. A iniciativa, agora em funcionamento, permite que portadores de cartões Visa da China façam compras em estabelecimentos físicos, aplicativos móveis e plataformas online no exterior, através do Apple Pay.

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Inicialmente, o serviço abrange cartões de crédito Visa emitidos por oito dos principais bancos chineses, além de cartões de débito Visa oferecidos pelo China Citic Bank. A Apple e a Visa esperam que mais instituições financeiras chinesas se juntem à plataforma nos próximos meses, expandindo o alcance do serviço.

Essa mudança estratégica da Apple ocorre em um mercado de pagamentos na China continental dominado por sistemas baseados em QR code, como Alipay e WeChat Pay. A empresa está redirecionando o foco do Apple Pay para transações internacionais, onde a aceitação de redes de cartões internacionais ainda é ampla.

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A Visa não possui licença para processamento de pagamentos bancários na China continental. Para viabilizar o serviço, o Apple Pay utiliza cartões UnionPay-Visa atualizados para uso doméstico, permitindo transações internacionais. Além disso, o sistema oferece suporte a cartões Visa de moeda única, denominados em moedas estrangeiras.

Para cartões de marca dupla, as transações por aproximação realizadas na China continental continuam sendo processadas pela UnionPay em yuan. No entanto, as transações internacionais podem ser liquidadas pela UnionPay ou pela Visa, dependendo da rede de pagamento utilizada.

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A Mastercard também está planejando um serviço similar.

Esta reportagem foi originalmente publicada pela Caixin Global em 19 de janeiro de 2026 e republicada pelo Poder360 sob acordo mútuo.

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