Anvisa Registra Nova Caneta de Semaglutida: Ozivy Chega ao Brasil!

Anvisa Registra Nova Caneta de Semaglutida para Tratamento do Diabetes Tipo 2
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, o registro do medicamento Ozivy. Essa é a primeira caneta injetável de semaglutida sintética análoga ao produto biológico Ozempic, que já foi amplamente utilizado no Brasil.
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A novidade representa um avanço no tratamento do diabetes tipo 2, oferecendo uma alternativa aos pacientes.
O processo de registro, realizado pela EMS/SA, envolveu uma análise rigorosa da eficácia, segurança e qualidade do produto. O Ozivy utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic, cujo registro expirou em março de 2025. A aprovação permite que o medicamento seja utilizado como adjuvante ao tratamento de adultos com diabetes tipo 2, em conjunto com dieta e exercícios físicos.
Características e Uso do Ozivy
O Ozivy será disponibilizado como uma solução injetável em caneta preenchida para uso semanal. Uma particularidade importante é a forma de conservação do produto: ele deve ser armazenado em geladeira tanto antes quanto após o início do tratamento.
Essa exigência se diferencia do medicamento original, o Ozempic.
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É importante ressaltar que o Ozivy não se enquadra na categoria de medicamento genérico, uma vez que não existem genéricos disponíveis para produtos biológicos no Brasil, conforme a regulamentação vigente. O composto é classificado como um medicamento novo, sendo um análogo sintético de um produto biológico.
Próximos Passos para a Comercialização
Após a aprovação da Anvisa, o medicamento poderá ser comercializado após a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A decisão final sobre a data de lançamento do produto cabe à empresa que detém o registro.
Para que o Ozivy esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), é necessário que ele seja avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde (Conitec) e, posteriormente, aprovado pelo Ministério da Saúde.
É relevante mencionar que nem todos os medicamentos aprovados pela Anvisa passam por essa avaliação da Conitec ou são incorporados ao SUS. O processo de incorporação é complexo e depende de diversos fatores, incluindo o custo-efetividade do tratamento.
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