Anvisa proíbe azeite, sal do Himalaia e “Chá do Milagre”

Anvisa emenda orientações aos consumidores com alertas sanitários importantes.

20/10/2025 16:55

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Anvisa Proíbe Produtos com Irregularidades: Azeite e Sal Suspensos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de diversos produtos com irregularidades. A ação envolveu a proibição da comercialização de azeite extra virgem da marca Ouro Negro e de 13 lotes do sal do Himalaia da marca Kinino. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (20).

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Ação Contra o Azeite Extra Virgem Ouro Negro

O azeite extra virgem Ouro Negro foi proibido após denúncias sobre sua origem desconhecida. O Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) desclassificou o produto. Além disso, o rótulo indicava importação pela Intralogística Distribuidora Concept Ltda., empresa com CNPJ suspenso na Receita Federal. A Anvisa proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo do produto.

Recolhimento de Lotes do Sal do Himalaia Kinino

A Anvisa também ordenou o recolhimento de 13 lotes do Sal do Himalaia Moído – 500 g, da marca Kinino. A fabricante, H.L. do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda., identificou irregularidades e solicitou o recolhimento voluntário. Os lotes apresentaram teor de iodo abaixo do exigido pela legislação.

O iodo é um mineral essencial para a saúde, prevenindo deficiências e problemas no desenvolvimento fetal. A Anvisa suspendeu a comercialização, distribuição, divulgação e consumo dos lotes listados abaixo, com prazo de validade até março de 2027:

  • MAR 257 1
  • MAR 257 2
  • MAR 257 3
  • MAR 257 4
  • MAR 257 5
  • MAR 257 6
  • MAR 257 7
  • MAR 257 8
  • MAR 257 9
  • MAR 257 10
  • MAR 257 11
  • MAR 257 12
  • MAR 257 13

Proibição do “Chá do Milagre

A Anvisa também proibiu o “Chá do Milagre” (Pó do Milagre ou Pozinho do Milagre) devido à falta de informações sobre sua composição e fabricante. Além disso, a divulgação do chá nas redes sociais, com alegações de finalidade medicinal, como emagrecimento e tratamento de ansiedade, foi considerada irregular. A Anvisa suspendeu a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e consumo do produto.

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