Anvisa Apreende Venda Irregular de Substância Promissora Contra a Obesidade

Anvisa apreende substância da Retatrutida: risco de obesia! 🚨 Produtos vendidos irregularmente colocam a saúde em perigo. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Retatrutida: Substância em Estudo para Obesidade Suspeita de Venda Irregular

A retatrutida é uma substância que tem sido estudada como possível tratamento para a obesidade, mas ainda não recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizada ou comercializada no Brasil. Nos últimos dias, a agência determinou a apreensão de produtos que continham a substância, após identificar vendas realizadas sem o registro sanitário adequado.

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O que é a Retatrutida?

A retatrutida é apresentada em formato de caneta injetável. A substância atua como um triplo agonista hormonal, o que significa que imita a ação de três hormônios diferentes: o GLP-1, o GIP e o glucagon. Esses hormônios estão envolvidos no controle da saciedade e do metabolismo.

Por que a Retatrutida Não é Autorizada?

Segundo especialistas, a retatrutida ainda está em fase de testes clínicos em humanos. O processo de avaliação de segurança e eficácia é rigoroso e envolve comitês de ética e monitoramento constante dos participantes. Embora os resultados iniciais mostrem uma perda de peso significativa, a segurança a longo prazo ainda precisa ser confirmada.

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Riscos do Uso de Produtos Não Autorizados

A Anvisa alerta que produtos irregulares representam riscos significativos à saúde, pois não há garantia de qualidade, pureza ou dosagem correta. Medicamentos aprovados passam por testes com milhares de voluntários, permitindo identificar efeitos colaterais e estabelecer protocolos de uso seguros.

Produtos manipulados ou de origem desconhecida podem conter impurezas, variações na composição e falhas no armazenamento, como transporte sem controle de temperatura.

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Recomendação da Anvisa

Profissionais de saúde e pacientes são aconselhados a interromper imediatamente o uso de produtos irregulares e a comunicar o caso à Anvisa ou às vigilâncias sanitárias locais. A segurança do paciente é a prioridade, e o uso de substâncias sem comprovação científica pode ser prejudicial.

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