O senador Angelo Coronel anunciou, neste domingo (1º de fevereiro de 2026), sua saída do Partido Social Democrático (PSD) e confirmou sua candidatura à reeleição para o Senado pela oposição ao governo do Partido dos Trabalhadores (PT). Essa decisão encerra um impasse na base governista baiana, que antes contava com três pré-candidatos para duas vagas na Casa Alta.
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Com a saída do Coronel do PSD, o PT consolida a chapa com seus dois principais líderes estaduais.
Chapas Definidas e Negociações em Andamento
Na oposição, Coronel se juntará a ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo, e a Rogéria Santos, deputada federal em seu primeiro mandato. O Republicanos, que também buscava uma vaga no Senado, indicará um vice para a chapa da oposição.
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A formação final da chapa da oposição ainda está sendo definida, com negociações em andamento com o União Brasil e o PSDB.
Já no lado petista, a saída de Coronel do PSD abre caminho para a chapa: governador – (PT) – reeleição; vice-governador – (MDB); e para as duas vagas no Senado, o PT, com o atual ministro da Casa Civil, e outros membros do partido.
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Resultados de Pesquisa de Inteligência de Dados
Uma pesquisa realizada pela Real Time Big Data, em 24 e 25 de novembro de 2025, testou os cenários para o governo e o Senado na Bahia. O levantamento ouviu 1.200 eleitores, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais e um índice de confiança de 95%.
No cenário com ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, ACM Neto (União Brasil) obteve 44% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues (PT) ficou em 35%. José Carlos Aleluia (Novo) e Kleber Rosa (Psol) receberam 3% e 2% das intenções, respectivamente.
Os votos nulos e brancos representaram 10%, e os eleitores que não souberam ou não responderam, 6%.
Em uma pesquisa com Jaques Wagner, Rui Costa, Angelo Coronel e João Roma, houve um empate triplo entre os pré-candidatos do PT. Rui Costa (PT) recebeu 28% das intenções de voto, Jaques Wagner (PT) 14%, Angelo Coronel (PSD na época da pesquisa) também 14%, e João Roma (PL) 13%.
Márcio Marinho (Republicanos) e Aroldo Cedraz (sem partido) receberam 4% cada, e Adolfo Viana (PSDB) 2%. Os votos nulos e brancos representaram 12%, e os eleitores que não souberam ou não responderam, 9%.
