Angélica em Processo Polêmico: Indenização e Revelações Surpreendentes!

Angélica sob nova acusação! Processo judicial movido por ex-cuidador busca R$ 191 mil. Detalhes chocantes vêm à tona. Saiba mais!

30/04/2026 20:08

2 min

Angélica em Processo Polêmico: Indenização e Revelações Surpreendentes!
(Imagem de reprodução da internet).

Angélica Enfrenta Processo Judicial por Indenização

A apresentadora Angélica está envolvida em um processo judicial de grande monta, movido por Jardelson Costa, o ex-cuidador de seu pai. O caso busca uma indenização de R$ 191 mil, alegando ausência de registro em carteira e falta de pagamento de verbas rescisórias após quase quatro anos de trabalho.

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As informações foram inicialmente divulgadas pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.

A situação se desenrolou em março de 2026, durante uma audiência no processo. A equipe de defesa de Angélica apresentou três pedidos: o sigilo do documento, a suspensão da ação e a rejeição de propostas de acordo. Contudo, o juiz responsável negou o pedido de sigilo e a suspensão do caso, considerando que não havia justificativa legal para a proteção dos documentos.

Detalhes do Processo e Defesa da Apresentadora

O processo começou em outubro de 2021, quando Jardelson Costa foi contratado para cuidar do pai de Angélica. Ele trabalhou por aproximadamente três anos e nove meses, recebendo um salário de cerca de R$ 6.600 e cumprindo uma jornada de 12×36, das 8h às 20h, incluindo feriados.

O trabalhador alega que foi demitido por mensagem de WhatsApp em julho de 2025, sem receber o salário do mês da dispensa ou as verbas rescisórias.

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Jardelson Costa também afirma que atuava sob a supervisão de uma funcionária próxima à apresentadora, cuidando do pai de Angélica e oferecendo apoio à mãe da artista. A ação judicial busca o reconhecimento do vínculo empregatício, a emissão da carteira assinada, o pagamento de férias, 13º salário, FGTS, aviso prévio e uma indenização por danos morais.

A próxima audiência está marcada para o dia 27 de julho de 2026, onde ambas as partes deverão prestar depoimentos.

Próximos Passos no Caso

O juiz ressaltou que a ausência de um contrato formal entre as partes justificava o prosseguimento do processo trabalhista comum, seguindo o entendimento jurídico vigente. A decisão do magistrado se baseou na análise dos fatos apresentados e na falta de justificativa para o sigilo do processo.

Apenas documentos internos, como procurações e cartas de preposição, permanecem sob sigilo, enquanto o restante do processo segue público.

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