ANEEL mantém bandeira tarifária amarela em junho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou nesta sexta – feira, 29, que a bandeira tarifária no mês de junho permanecerá amarela, impactando o bolso dos consumidores de energia elétrica. O anúncio, motivado pelo período seco e pela consequente menor geração hidrelétrica, resultará em um custo adicional de R 1,885 por cada 100 kWh consumidos.
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Contexto da Bandeira Tarifária
O sistema de bandeiras tarifárias, implementado em 2015, funciona como um alerta para os consumidores sobre os custos reais da geração de energia elétrica. As cores – verde, amarela e vermelha – indicam, mensalmente, se a energia terá um custo mais elevado ou não, dependendo das condições de geração.
Essa ferramenta visa transparência, permitindo que o consumidor adapte seu consumo para evitar desperdícios.
Antes do sistema atual, as variações nos custos de geração eram repassadas com um atraso de até um ano, no reajuste tarifário subsequente. A ANEEL busca, com a bandeiratarifária, oferecer uma visão imediata do custo da energia, promovendo um consumo mais consciente.
Situação Atual e Recomendações
Durante o período de janeiro a abril de 2026, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as boas condições de geração hidrelétrica. Em maio, a bandeira amarela foi acionada, e essa situação se mantém para junho. O acionamento da bandeira amarela exige atenção dos consumidores, que devem adotar hábitos de consumo responsáveis para evitar desperdícios.
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A ANEEL reforça que a bandeira amarela, devido ao período seco e à menor geração hidrelétrica, implica um custo adicional de R 1,885 por cada 100 kWh consumidos. Essa situação, segundo a agência, é resultado da necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem um custo de geração mais elevado.
Cores das Bandeiras e seus Significados
As cores das bandeiras tarifárias possuem significados distintos: verde indica condições favoráveis de geração, sem acréscimo na tarifa; amarela sinaliza condições menos favoráveis, com um acréscimo de R 0,01885 por kWh; e vermelha, em seus dois patamares, indica condições ainda mais custosas, com aumentos de R 0,04463 e R 0,07877 por kWh, respectivamente.
Autor(a):
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