Aneel AprovA Reajustes nas Tarifas de Luz de Neoenergia e Equatorial!

Reajustes nas Tarifas de Energia Elétrica Aprovados pela Aneel
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira (28) a aprovação dos reajustes tarifários anuais para a Neoenergia Pernambuco e a Equatorial Alagoas. As distribuidoras, que juntas atendem aproximadamente 5,66 milhões de unidades consumidoras, tiveram seus novos valores aprovados, impactando diretamente as contas de luz de consumidores em ambos os estados.
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A decisão da Aneel busca equilibrar o aumento dos custos operacionais com a necessidade de manter a energia elétrica acessível. Os reajustes foram ponderados em diferentes faixas de tensão, considerando a particularidade do consumo de cada cliente.
A expectativa é que os mecanismos de antecipação de recursos e diferimento tarifário contribuam para amenizar o impacto no orçamento das famílias e empresas.
Reajustes em Pernambuco
Em Pernambuco, a Neoenergia PE terá um aumento médio de 4,25% nas tarifas para seus consumidores. Para os clientes residenciais, o reajuste será de 3,26%. Dentro da baixa tensão, a variação média é de 3,41%, enquanto na alta tensão, o aumento se eleva a 7,19%. Estes novos valores entrarão em vigor a partir desta quarta-feira (29).
A Aneel utilizou R$ 411 milhões em recursos do Uso de Bem Público, antecipando-os para reduzir o impacto imediato dos reajustes nas contas de luz dos consumidores pernambucanos. Essa medida demonstra o compromisso da agência em buscar alternativas para mitigar os efeitos da inflação e dos custos de energia.
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Reajustes em Alagoas
Na Equatorial Alagoas, o efeito médio aprovado foi de 5,43%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 4,46%. A baixa tensão apresentará um reajuste médio de 4,71%, enquanto a alta tensão terá um aumento de 7,80%. Os novos valores entrarão em vigor em 3 de maio.
A Aneel também aplicou o diferimento tarifário na Equatorial Alagoas, adiando para ciclos futuros parte dos custos reconhecidos no reajuste. Os principais fatores que influenciaram o cálculo dos novos valores foram os encargos setoriais e os custos de aquisição de energia, refletindo a complexidade do mercado energético brasileiro.
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