Andrés Sánchez sob custódia eletrônica: MP pede tornozeleira em caso de cartão corporativo!
Ministério Público quer tornozeleira para Andrés Sánchez em caso de cartão corporativo! 🚀 Justiça analisa pedido após contato com Corinthians. Saiba mais!
Ministério Público Busca Turnozeleira Eletrônica para Andrés Sanchez em Caso de Cartão Corporativo
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a imposição de uma tornozeleira eletrônica ao ex-presidente do Andrónico Sánchez. A solicitação, apresentada na quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, surge em continuidade ao processo que investiga o suposto uso indevido de um cartão corporativo do clube.
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O promotor Cássio Conserino argumenta que Sánchez descumpriu as medidas cautelares impostas, mantendo contato frequente com integrantes do Sport Club Corinthians Paulista.
O pedido do MP se baseia em relatos de Antônio Jorge Rachid, secretário-geral do Corinthians, que afirma ter recebido ligações do ex-presidente em 30 de janeiro e outros contatos regulares. Desde o final de 2025, a Justiça já havia proibido Sánchez de se comunicar com dirigentes da instituição, em uma medida cautelar.
Além da tornozeleira, o Ministério Público também requer a apreensão do passaporte espanhol de Sánchez e o registro detalhado de todas as ligações feitas e recebidas por ele, abrangendo o período entre 30 de dezembro de 2025 e 25 de fevereiro de 2026.
A investigação revelou mais de 200 compras realizadas entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, totalizando cerca de R$ 581 mil em valores atualizados.
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O caso chegou a ser suspenso em dezembro de 2025, após o Ministério Público solicitar o afastamento da juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro, sob a alegação de um possível vínculo acadêmico com o advogado de defesa, Fernando José da Costa. O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a suspeição, e o processo continua a ser julgado na Justiça paulista.
Em nota, a defesa de Andrés Sánchez, representada pelo escritório Fernando José da Costa Advogados, classificou as medidas como “manifestamente desproporcionais”. A defesa ressaltou que o Sport Club Corinthians Paulista nunca confirmou a existência de irregularidades no uso do cartão corporativo, o que, segundo eles, demonstra a ausência de justificativa para a imposição de medidas cautelares tão restritivas, como a proibição de contato com dirigentes do clube.
O escritório informou que adotará as providências processuais necessárias para evitar a imposição das novas medidas cautelares.
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