Andrea Pinheiro retorna à Fundação Bienal após Biennale Arte 2026

Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, retornou recentemente de Veneza após a abertura da Biennale Arte 2026. A curadora da participação nacional brasileira, Diane Lima, apresentou “Comigo ninguém pode”, uma exposição que reúne obras das artistas Rosana Paulino e Adriana Varejão.
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Contexto da Bienal de Veneza 2026
A Bienal de Veneza, com mais de um século de história, mantém a tradição de representações nacionais, oferecendo mais de cem apresentações além da exposição principal. A edição de 2026 foi marcada por eventos significativos, incluindo a homenagem à curadora Koyo Kouoh, cujo projeto foi continuado por sua equipe, e debates sobre a participação de alguns países que levaram à renúncia coletiva do júri.
Apesar das tensões políticas e do luto, a Bienal de Veneza 2026 concentrou diversas expressões artísticas nos 7,6 km² do centro histórico veneziano. Os pavilhões da França, Espanha e Alemanha se destacaram, assim como as participações de Yto Barrada, Oriol Vilanova e Sung Tieu.
Participações Nacionais e Internacionais
No Arsenale, o Pavilhão da Índia, com curadoria de Amin Jaffer, apresentou delicadas participações de cinco artistas ao redor do conceito de “lar”. O Pavilhão do Vaticano, com curadoria de Hans Ulrich Obrist e Ben Vickers, também atraiu visitantes com sua sensível exposição.
Os pavilhões da Áustria e do Japão geraram burburinho com suas propostas polêmicas e ousadas. A curadora Nancy Spector observou que os artistas Arthur Jafa e Richard Prince compartilham um processo criativo baseado na apropriação e manipulação de imagens.
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Instituições Locais e Exposições Paralelas
Além da Bienal, as instituições locais de Veneza apresentaram seus programas, como a Fondazione Dries Van Noten, com um espetáculo barroco, e a Fondazione Prada, com um diálogo entre Arthur Jafa e Richard Prince. As instituições da Pinault Collection também ofereceram individuais de Paulo Nazareth e Lorna Simpson.
Retorno e Próximos Passos. Com uma energia renovada, Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, retorna ao Brasil para a realização da próxima Bienal de São Paulo, que se avizinha – setembro de 2027 está mais perto do que parece. O objetivo é abrir as portas do Pavilhão Ciccillo Matarazzo para a comunidade artística brasileira e internacional, além de oferecer um espaço de lazer e ampliação de horizontes para centenas de milhares de pessoas.
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