André Vinícios Peralta é preso por venda de relógio falso de Patek Philippe

André Vinícios Peralta é preso por venda de relógio falso de Patek Philippe, intensificando investigação sobre fraudes e histórico criminal.

16/07/2026 08:55

2 min

O homem, identificado como André Vinícios Peralta, é apontado como líder de uma das maiores quadrilhas especializada em fraudes a instituições bancárias
O homem, identificado como André Vinícios Peralta, é apontado co...

Um empresário, André Vinícios Peralta, é alvo de operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro após vender um relógio suíço falso da Patek Philippe. A operação ocorreu na manhã desta quinta – feira, 16.

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Segundo investigações, Peralta é apontado como líder de uma quadrilha especializada em fraudes a instituições bancárias e possui um histórico criminal extenso, com mais de 29 registros de ocorrências por crimes patrimoniais.

Contexto do Caso

A operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi desencadeada a partir da venda de um relógio suíço falso da Patek Philippe, avaliado em R 200 mil. A vítima comprou o produto com a expectativa de autenticidade, mas a perícia revelou que o maquinário interno era de fabricação chinesa.

Após a constatação, Peralta concordou com a devolução do bem, sob a promessa de restituição integral. No entanto, o empresário não cumpriu a promessa, alegando ter alienado o relógio a um terceiro, privando a vítima do valor pago.

A investigação aponta para um ato de “nítida má – fé e intuito de locupletamento ilícito” por parte de Peralta.

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Histórico Criminal do Investigado

André Vinícios Peralta, de 55 anos, natural de Belo Horizonte e residente no Rio de Janeiro, possui um histórico criminal que se estende desde 2004. Ele responde por diversos crimes, incluindo furto, estelionato, receptação e apropriação indébita.

Em 2009, Peralta também se envolveu em um caso relacionado à Lei Maria da Penha, sendo acusado de ameaça. Ele já foi preso duas vezes: uma em 2004 por mandado de prisão civil e outra em 2015 por prisão preventiva por roubo.

Além disso, Peralta foi alvo de ocorrências de comunicação falsa de crime em 2023 e de crimes contra a economia popular em 2022.

Operações Policiais Anteriores

Em 2019, a Polícia Civil conduziu uma operação chamada “Boca Rica” na Barra da Tijuca, que resultou na lacração e interdição de seis lojas que comercializavam joias e ouro. Essa operação foi motivada por suspeitas de envolvimento de Peralta em atividades de receptação.

Em 2017, Peralta foi indiciado por comprar aliança de brilhantes, anéis, pulseira de brilhantes, cordão de ouro e um relógio Rolex de ouro amarelo, utilizando uma empresa para receber a venda do relógio falsificado da Patek Philippe.

Situação Atual

A CNN Brasil tenta contato com a defesa de Peralta para obter posicionamento sobre o caso. O espaço permanece aberto para declarações.

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