Regulação e o Crescimento das Fintechs no Brasil
O Brasil se destaca como um ambiente fértil para o desenvolvimento de fintechs, frequentemente comparado a uma “Disneylândia” nesse setor. Essa afirmação foi feita por André Esteves, presidente do Conselho do BTG Pactual, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.
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A analogia gerou um momento de descontração na plateia, que acompanhava um painel sobre o mercado bancário. Esteves argumentou que a agilidade da sociedade brasileira, que historicamente enfrentou desafios com a inflação, contribui para um sistema de pagamentos mais rápido e eficiente.
O banqueiro ressaltou que, apesar de não possuir a tecnologia mais avançada do mundo, o Brasil apresenta um ambiente bancário digital com uma evolução acelerada, superando em agressividade os padrões dos Estados Unidos. Essa dinâmica exige uma atenção redobrada na regulação do setor.
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Esteves enfatizou a necessidade de uma regulamentação uniforme, considerando que empresas com serviços e riscos similares devem ser tratadas da mesma forma. Ele observou que a situação atual não atende a essa demanda, identificando uma “arbitragem” entre os serviços oferecidos por fintechs e instituições financeiras tradicionais.
O presidente do conselho do BTG Pactual acredita que o grande número de fintechs no mercado brasileiro é positivo, dada a eficiência do sistema bancário nacional. No entanto, o principal desafio reside na adequação da regulação para acompanhar essa evolução, garantindo um ambiente competitivo e seguro para todos os participantes.
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