Dan Ives destaca 10 ações que podem se beneficiar da revolução da IA, comparando com a bolha de 1999. Microsoft, Palantir, Nvidia e AMD são apontadas como apostas fortes
Enquanto diversos investidores e analistas mantêm uma perspectiva cautelosa em relação ao setor de tecnologia, Dan Ives, da Wedbush, destaca dez ações que, em sua visão, podem se beneficiar da crescente revolução da inteligência artificial (IA).
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Ives acredita que o cenário atual se assemelha ao início da transformação digital da década de 1990, oferecendo oportunidades de investimento com fundamentos sólidos.
O analista identificou as seguintes ações como promissoras nesse período de expansão da IA: Microsoft, Palantir, Nvidia, AMD, Tesla, Apple, Meta, Alphabet, Crowdstrike e Palo Alto Networks. Cada uma delas, segundo Ives, possui características específicas que a tornam adequada para aproveitar as tendências do mercado.
A Microsoft se destaca pela sua capacidade de implementar soluções de IA em larga escala, principalmente no ambiente corporativo. Palantir é apontada como referência em casos de uso práticos de IA. Nvidia, fornecedora do chip central para a maioria das aplicações de IA, também é considerada uma aposta forte.
A AMD deve ganhar participação de mercado, com uma avaliação atrativa.
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Tesla, na vanguarda da robótica e direção autônoma, continua sendo uma empresa relevante. A Apple, com a revolução do consumidor impulsionada pela IA, tem seu foco em Cupertino. Meta, apesar das preocupações com os investimentos em capital de expansão (capex), avança na monetização de suas tecnologias.
A Alphabet, com o modelo Gemini, ainda está explorando os benefícios da IA, com destaque para o seu potencial.
Crowdstrike se posiciona como uma das principais apostas em segurança cibernética, utilizando a IA para fortalecer a proteção de dados. Palo Alto Networks, com sua estratégia de plataforma (platformization) combinada com a IA, deve impulsionar seu crescimento até 2026.
Dan Ives utiliza a comparação com o período da bolha da internet de 1999 como um ponto de referência. Ele argumenta que o cenário atual, liderado por Jensen Huang, CEO da Nvidia, e a corrida tecnológica dos EUA, representa um “momento 1996”, caracterizado por inovação real e fundamentos sólidos, ao contrário da especulação da bolha pontocom, que se mostrou insustentável.
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